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Millennials preferem ter um cachorro a uma criança, diz estudo

Os tempos mudaram e a forma como famílias são constituídas também, por isso, entre a “geração do milênio”, está em alta adotar pets ao invés de ter um filho. Estudos mostram que Millennials são menos propensos a casar e formar uma família do que as gerações anteriores. Uma pesquisa recente aponta que 58% dos Millennials preferem ter um cachorro a uma criança e a porcentagem sobe para 63% quando falamos dos gatos. 

homem e mulher abraçando e beijando um cachorro com árvore de natal atrás - Millennials preferem ter um cachorro a uma criança, diz estudo.

Os pets são tão importantes na vida dos tutores que muitos dos Millennials disseram preferir seus pets a algum parente. A pesquisa feita pela Pet Type diz que 85% dos tutores de gatos e 83% dos tutores de cachorros dizem amar seus pets mais que algum membro de sua família, e não estamos falando apenas de primos distantes, mas sim de familiares de primeiro grau, como por exemplo: 57% dos tutores afirmam amar seus pets mais que o irmão ou irmã e 50% dizem amar mais seus pet do que sua própria mãe.

Mesmo que os pets não sejam uma criança, isso não significa que os custos para manter a saúde e necessidades do peludo sejam baixos. Nesse mesmo levantamento, foi perguntado para mil tutores o quanto eles estariam preparados para arcar com altos custos caso um problema de saúde surgisse repentinamente. De modo geral, os millennials se mostraram confiantes em conseguir arcar com um tratamento que salvasse a vida de seus pets: 60% se mostraram muito ou extremamente confiantes e 84% estavam moderadamente confiantes em lidar com o imprevisto. 

Os pesquisadores perguntaram ainda aos tutores o que eles estariam dispostos a fazer caso não pudessem pagar o tratamento, e as respostas vão desde “conseguir um segundo trabalho” até vender itens de maior valor como o próprio carro.

mulher fazendo carinho no gato sentado na mesa

A importância dos pets na vida da geração Y é tão grande que até no momento de escolher um local para se mudar, os tutores pensam se vai ser ideal não apenas para si, mas também para o peludo. 89% dos tutores de cachorro entrevistados pensam onde vão morar pensando no bem-estar do pet, seguidos por 85% dos tutores de gatos. Os participantes também contaram que preferem morar em um local que aceite pets do que viver perto de amigos ou ter uma cozinha recém reformada.

“Ser tutor de pet demanda gastos e disponibilidade de tempo — mas é um ato cheio de amor.” Por isso, o que não vai faltar nas famílias da geração Y que escolheram adotar pets como filhos, é o amor!

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Sobre o autor

Vanessa Santos

Estudante de Publicidade e Propaganda, mãe de um Pug muito preguiçoso chamado Harry e aspirante à escritora que é apaixonada por criar!

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