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Monitoramento genético pode diminuir o aparecimento de doenças em felinos, revela estudo

Um estudo publicado na revista PLOS Genetics analisou o DNA de mais de 11 mil gatos de 90 raças diferentes, e revelou que os gatos de raça são mais propensos a terem doenças genéticas do que gatos sem raça definida (SRD). A pesquisa destaca que é importante que os felinos de pedigree tenham acompanhamento genético, isto é, sejam monitorados para que se possa observar qualquer alteração genética.

Gato deitado no sofá

Durante os estudos, os cientistas identificaram 13 novas variantes de doenças em 47 raças, que até então nunca haviam sido relatadas. Porém, em raças que já eram regularmente rastreadas para os marcadores genéticos, variantes como a da doença renal policística, aparecem com menos frequência. 

É possível que gatos vira-latas, por terem maior variação genética, apresentem uma resistência melhor contra doenças, segundo os estudos. Foram encontradas apenas três variantes de distúrbios genéticos no DNA desses felinos.

Os cientistas contam que o monitoramento genético das raças pode ajudar criadores a tomarem decisões, fazendo com que consigam reproduzir ninhadas de gatos mais saudáveis e com diversidade genética. O gene associado à doença renal policística, por exemplo, acometia 40% dos gatos persas, mas após acompanhamento genético, dessa vez o gene não foi encontrado em nenhum dos 118 felinos estudados, diferentemente dos maine coons e dos scottish straights, que apresentaram. 

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Sobre o autor

Amanda Fernandes

Estudante de Jornalismo, mãe do Dachshund (vulgo salsichinha) Scott, da gatinha Cristal e do agapornis Alisson. Sou amante de pets e de história, mas principalmente por pets. Desde pequena conhecida pela super paixão por cachorros.

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