Cientistas modificaram o DNA de labradores
A displasia é uma doença degenerativa muito comum entre algumas raças de cães de porte médio a grande e causa sintomas como dor e dificuldade para andar e correr. Pensando nisso, cientistas modificaram o DNA de labradores para tentar evitar o desenvolvimento dessa doença.
Embora nos criadouros comerciais de raças predispostas a terem a doença seja feita uma separação de cães com displasia antes da reprodução, por ser uma doença genética, ela pode aparecer em outras gerações. Confira a história dos primeiros cães que tiveram o gene da displasia eliminado do código genético:
Os pequenos cães da raça labrador geneticamente modificados se chamam Gene e Geny, eles nasceram na Coreia do Sul, um dos países asiáticos onde a ciência em torno da clonagem de pets já é muito conhecida.
Os cientistas da Chungnam National University, colheram células do DNA de um labrador para corrigir um gene danoso que causa a displasia de quadril, que é uma doença que afeta cães de médio e grande porte das raças Labrador, Golden Retriever, Labrador e Pastor Alemão e segundo pesquisa da Rede Pet Fisio, 78,5% desses cães são displásicos.
Em seguida, os cientistas transformaram essas células já corrigidas em embriões que foram implantados em uma fêmea, que deu a luz aos primeiros clones de labrador, que vão passar por monitoramento pelos próximos anos para descobrir se eles vão ou não desenvolver a doença.
O que você achou dessa novidade? Com o avanço da ciência, podemos torcer para que um dia os pets que já sofrem com a displasia — doença que não tem cura — também possam ficar totalmente livres da dor e dificuldades causadas pela displasia. Confira mais matérias como essa no nosso blog!


