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Fazer carinho em cachorros é positivo para saúde, afirma estudo

Por Amanda Fernandes -

Verdade seja dita: é só aparecer um cãozinho em nosso caminho e fazermos um carinho nele que o nosso dia já melhora muito, né? Porém, saiba que isso não é por acaso, já que a ciência comprovou que fazer carinho em cachorro melhora nossa saúde!

Cachorro em sofá feliz com mulher

O estudo feito por pesquisadores da Universidade de Basel, na Suíça, relata que ao fazermos carinho em um cachorro, o nosso córtex pré-frontal humano (responsável, por exemplo, pelo gerenciamento das emoções e das interações sociais) responde positivamente. 

Com auxílio de tecnologia de neuroimagem infravermelha para medir a atividade do córtex pré-frontal, os cientistas realizaram os testes em 21 voluntários, que participaram de seis sessões. Três brincando com cães de verdade – que não conheciam – e três com um bichinho de pelúcia. 

O bichinho de pelúcia simulava um pet, e em seu interior, a pelúcia possuía uma garrafa com água quente que simulava a temperatura do animal e o peso. As sessões tinham cinco níveis de interação: neutro, observando, sentindo, acariciando e neutro novamente. 

Os resultados

Os resultados da pesquisa foram positivos, tanto para os cientistas quanto para os humanos. Foi relatado que a atividade cerebral pré-frontal foi maior quando os participantes interagiram com os cães reais do que com a pelúcia, e que essa atividade foi maior ao acariciar – a fase mais interativa da sessão. Além disso, os pesquisadores notaram que os efeitos positivos permaneceram mesmo depois que a interação com os cães havia acabado. 

“Isso indica que as interações com um cão podem ativar mais processos de atenção e provocar uma excitação emocional mais forte do que estímulos não vivos comparáveis”, disseram os autores do estudo. 

Esse resultado é importante, pois apesar de os voluntários do estudo serem todos pessoas saudáveis, a pesquisa abre margem para se estudar os efeitos dessa interação de cães com pessoas com déficits socioemocionais – como ansiedade e depressão – pois elas podem se beneficiar com resultados terapêuticos. 

Por Amanda Fernandes

Sou jornalista, pós-graduanda em Marketing e adoooro falar sobre pets. Sou mãe da gatinha Cristal, do agapornis Alisson e do meu eterno Dachshund (vulgo salsichinha) Scott. Além de pets, curto muito história e uma boa pizza. Desde pequena sou conhecida por amar cães .❤

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