OK!
> Comportamento > Estudos e pesquisas > Fazer carinho no gato pode fazer mal a ele? Entenda

Fazer carinho no gato pode fazer mal a ele? Entenda

Será que fazer muito carinho em um gato pode fazer mal para ele? Uma pesquisa recente apontou que sim! Entenda tudo sobre o assunto neste post.

Por Gabriel Arruda -

gato recebendo carinho na cabeça

Fala sério, quem não ama fazer carinho nos gatos? Alguns dão até vontade de apertar, não é mesmo? Mas será que o excesso pode fazer mal para eles? Um estudo publicado recentemente diz que sim.

“Então, espera aí, quer dizer que eu não posso mais fazer carinho no meu gato?” Calma, não é bem assim. A pesquisa divulgada recentemente pela revista científica Physiology e Behavior revelou que o carinho excessivo pode estressar os felinos, já que muitos preferem ter seu próprio espaço e manter uma certa “distância” dos tutores.

De acordo com o estudo, os gatos tendem a liberar hormônios relacionados à ansiedade quando recebem carinhos indesejados. Já no caso dos felinos que adoram ser acariciados com mais frequência, eles não apresentaram maiores níveis de estresse pelo contato humano.

O que podemos tirar de conclusão desse estudo?

Levando em consideração as informações reveladas pelo estudo, fazer carinho em um gato pode fazer mal a ele caso seja de maneira excessiva ou contra a vontade dele.

Dessa maneira, o que podemos tirar de conclusão é que tudo depende do temperamento do felino. Por exemplo, uma outra pesquisa, feita por pesquisadores da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade de São Paulo (USP) em parceria da Universidade Lincoln, no Reino Unido, e a Universidade de Viena, na Áustria, comprovou que alguns gatos não gostam de carinho.

A partir disso, se o seu felino é mais carinhoso e adora ser acariciado, ótimo. Agora, se ele é mais independente e não demonstra tanto essa vontade, respeite o espaço dele. Faça carinho e demonstre todo o seu amor, mas apenas quando ele permitir.

É sempre importante lembrar que os gatos são seres extremamente sensíveis. Ou seja, qualquer coisa pode estressá-los com muita facilidade. Por isso, todos os tutores devem prestar atenção ao comportamento dos felinos, que são seres únicos, para evitar erros tão comuns quanto esse.

Por Gabriel Arruda

É Jornalista, apaixonado por pets, música e futebol. Está sempre em busca de novos desafios, justamente pela curiosidade que o toma conta. Pai de um Beagle chamado Johnny, mais conhecido como "O Destruidor".

Veja todas suas publicações

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Cadastre-se e fique sabendo das ofertas antes de todos!