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Seu cachorro está entediado? Saiba mais sobre enriquecimento ambiental

 

enriquecimento ambiental

Você tem percebido que seu cachorro está entediado? O enriquecimento ambiental torna o ambiente em que seu cão vive muito mais interessante. Não que ele não esteja legal neste momento, mas que tal torna-lo ainda mais atrativo, atendendo as necessidades naturais do seu melhor amigo? Saiba mais sobre enriquecimento ambiental.

O que é Enriquecimento Ambiental?

De forma simples, enriquecer o ambiente é inserir no local onde seu cão vive elementos simples, criativos e de fácil interação, fornecendo opções de escolha e possibilidades para expressarem comportamentos e habilidades adequadas à espécie. Este ambiente não precisa ser selvagem, nem impedir que o cão suba no sofá ou durma na cama. O que precisa, de fato, é ser menos óbvio, mais desafiador e ter um pouco de complexidade.

Criar alguns obstáculos pela casa, esconder a comida para que o cão a procure, pendurar algumas cordas para que estimule saltos e gastos de energia, utilizar brinquedos que promovam o desenvolvimento motor e cognitivo são algumas possibilidades de enriquecimento ambiental. Pense no que um cão faz no seu habitat natural: corre, procura alimento, supera obstáculos naturais, fareja o ambiente, utiliza suas capacidades motoras, descansa em segurança. Que tal permitir que tudo isto aconteça, mesmo num ambiente urbano? Você pode fazer isto abordando os 5 tipos de Enriquecimento Ambiental:

Físico: consiste na formação de novos ambientes, valendo-se de obstáculos físicos, estruturas que sejam desafiadoras aos animais, áreas de fuga, simulação de tocas e abrigos, alturas diversas, etc. Podem ser permanentes ou temporários, porém é necessário que ocorram alterações periódicas, mesmo que sutis, uma vez que o ambiente enriquecido torna-se pobre e fica óbvio com o tempo.

Social: é a interação entre indivíduos da mesma espécie ou de espécies diferentes. Esta interação precisa ser segura, supervisionada e gerar estímulos positivos.

Sensorial: é a introdução de elementos que estimulam os sentidos dos animais: tato, audição, visão e olfato.

Alimentar: consiste em oferecer a dieta de forma a gerar estímulos comportamentais próprios da espécie, como o forrageio, a busca e a destruição utilizando os dentes e patas. Pode ser o fornecimento do alimento já conhecido, ou novos alimentos.

Cognitivo: é estimular a capacidade mental do cão, valendo-se de jogos e brinquedos que promovem desafios e oferecem uma recompensa, na maioria das vezes, alimentar.

cachorro farejando

E qual o resultado em se aplicar este conceito? O cão ficará menos entediado, terá maior capacidade física e mental, ficará mais relaxado e menos destrutivo. Uma série de problemas comportamentais são reduzidos e os cães tornam-se mais equilibrados e motivados. Todos estes benefícios se convertem em mais saúde e bem-estar para os nossos cães.

Vale a pena? Para melhorar a vida dos nossos melhores amigos, com certeza sim. Fique atento ao próximo artigo, como deixar seu cão feliz em casa (mesmo que sozinho), e vamos colocar estes conceitos em prática.

www.dogsolution.com.br

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Sobre o autor

Renato Zanetti

Zootecnista da Dog Solution®, um Centro de Convivência Canina® que utiliza o enriquecimento ambiental como forma de equilíbrio e bem-estar de cães urbanos. Após 35 mil horas de observação e prática, desenvolveu o Conceito Dog Solution de Bem-Estar Animal®, baseado na tríade Ciência, Pessoas & Ambiente.
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(11) 2384-7551

3 Comentários

  • Tenho um cãozinho há aproximadamente 8 anos. Ele tinha apenas alguns poucos meses quando o adotamos. Ele é uma mistura de schnauzer com poodle, mas as características fisicas são de schnauzer. Até 1 ano atrás morávamos em um apartamento e agora nos mudamos para outro. Parece que até hoje, já passado 1ano, ele não se acostumou com o novo endereço. Não podemos deixá-lo sozinho meia hora que ele já começa a latir sem parar. E isso está trazendo problemas com a vizinhança. Todos os dias descemos com ele 3 vezes para fazer suas necessidades. Ele não faz nenhuma sujeira dentro de casa. É super apegado comigo, e desde que aposentei e passo mais tempo em casa, esse “grude”aumentou.. O problema é que nunca podemos sair juntos ( eu, minha filha e meu marido). Alguém sempre tem que ficar com ele. Já tentamos fazê-lo se acostumar, porém a única coisa que conseguimos foram 2 advertências, devido a reclamação de vizinhos. A próxima será multa.
    Gostaria de uma orientação que ajude meu amiguinho a ser um pouco mais tranquilo. Obrigada. Me chamo Cecilia . e meu e.mail é mcilinha18@gmail.com.

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