Sexta-feira 13 é mais um motivo para manter os pets seguros, dentro de casa
Para alguns, uma data comum, para outros, um dia supersticioso: a famosa sexta-feira 13! Em boa parte do mundo, o período é conhecido como um dia azarado, pois na numerologia o 13 é considerado um número de má sorte. Entretanto, a data aqui no Brasil não é conhecida apenas como um dia “infeliz”, e sim pela realização de rituais envolvendo o sacrifício de cães e gatos.
Os bichinhos são vítimas daqueles que acreditam que torturá-los ou matá-los, até em rituais supostamente religiosos, pode trazer proteção ou “coisas boas” para suas vidas.
As principais vítimas são pets da cor preta, principalmente gatos, que são encarados como “azarados” desde a Idade Média, quando acreditava-se que os felinos da cor escura eram bruxas transformadas em animais. Para dificultar o ato de maldade contra eles, há alguns anos, entidades de defesa de animal e protetores da causa evitam realizar algum tipo de doação nesta época, pois existe o risco de alguém procurar a adoção de um pet com objetivo de sacrificá-lo em rituais.
Todavia, além de ONGs e casas de adoção, os pais e mães de pet devem ter o máximo de cuidado na época, não deixando-os livres em locais públicos sem a supervisão de alguém.
O período de prevenção das entidades é de até 30 dias referente à sexta-feira 13, mas para a família, basta se precaver durante a semana para que seu cãozinho ou gatinho não tenha um dia de “azar” na mão de pessoas erradas.
Lembrando que maus-tratos aos animais é crime com a possibilidade de detenção, além de multa. Por isso, caso presencie um pet em perigo, denuncie: Ibama (0800 61 80 80), Disque Ambiente (0800 11 35 60), Disque Denúncia (181) ou Polícia Militar (190).


