Akita Inu é bravo?

As páginas de busca da internet apontam que o interesse por informações sobre a raça Akita Inu é cada vez maior no Brasil. O cachorro com cara de lobo e de origem japonesa é grandão, corajoso e protetor, e por conta destas características, o peludinho acaba sendo bastante requisitado em seu País de origem para ser um cão de guarda nas residências e para trabalhos específicos de vigilância pelos policiais. 

As qualidades e a beleza do Akita Inu despertam o interesse dos petlovers por aqui, mas como a raça ainda não é tão popular no País, muitos petlovers ficam receosos quanto ao temperamento do cachorro. Será que ele é bravo? Vai latir bastante ou querer avançar nos vizinhos?

Akita-Inu-Petlove

Socialização é necessária

Bom, se ter um Akita Inu em casa está nos seus planos, saiba que instintivamente ele procurará proteger o seu território e os familiares. Apesar de não ser um cachorro de passar o dia latindo, a aproximação de um estranho (humanos ou pets) poderá deixar o cachorro em estado de alerta, pois ele precisa se certificar de que aquele alguém não representa um perigo.

Esse “pé atrás” do Akita Inu pode ser bem suavizado se houver uma socialização precoce e bem feita. Então, dedique parte do seu dia para expor o pet a diferentes situações e lugares e, principalmente, e incentivá-lo a conviver com pessoas e animais que não façam parte da família. Dessa maneira, o peludinho cresce mais confiante e passa a ter mais facilidade para diferenciar situações corriqueiras daquelas realmente ameaçadoras.

Caso não tenha muita experiência com cachorros ou encontre dificuldades na hora de educar o seu pet, não hesite em pedir ajuda aos profissionais que são especializados em comportamento canino. Praticando pequenas dicas, você poderá conseguir resultados incríveis, alguns até com pouco tempo de treinamento, já que o Akita Inu é um cão bastante inteligente.

Assim como indicamos no caso do Doberman, e também em outros posts, independentemente da raça ou temperamento, toda interação entre cachorro e humano deve ser supervisionada por um adulto. No caso das crianças, tome cuidado, pois mesmo durante a diversão ela ou o cachorro podem acabar se machucando.

Sobre o autor

Anderson Mafra

Anderson Mafra

Jornalista apaixonado por animais, comunicação, música e não perde um concurso cultural (na verdade já perdeu vários). Curioso de mão cheia, quer saber sempre mais e compartilhar conteúdo, dicas e curiosidades do mundo pet. É um petlover assumido, sem chance de reabilitação.

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