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Marcio Waldman, fundador da Petlove, participa da Pet South America

Por Anderson Mafra -

Na última quinta-feira (02), no último dia da Pet South America (PSA) – a mais importante feira do segmento na América Latina – o médico-veterinário e fundador da Petlove, Marcio Waldman, participou de uma mesa de debate sobre o futuro da medicina veterinária para pets.

O encontro, que fez parte do Pet Desenvolve, foi mediado pelo médico-veterinário e professor Marco Gioso e contou também com a participação de Marieta Ricci, Presidente do Hospital Veterinário Taquaral, de Campinas (SP).

Marcio Waldman - PSA

Marcio Waldman (de branco) na Pet South America

Perguntado sobre como prevê o mercado pet em 2030, Waldman destacou a preocupação dos tutores com a escolha de produtos sustentáveis: “O meu pensamento é que cada vez mais os pais e mães de pets vão procurar produtos sustentáveis e naturais, essa geração millennial é muito ligada ao ESG (sigla em inglês para ambiental, social e governança)”.

Já sobre as empresas que atuam no segmento, o Fundador da Petlove acredita que a tecnologia terá um papel cada vez mais relevante. “As empresas vão para um caminho de cada vez mais conhecimento sobre o tutor, de aprofundamento nas análises de dados e de BI (sigla em inglês para inteligência dos negócios), que hoje já são um dos principais fatores de prevenção de problemas”.

Cenário para os médicos-veterinários

Falando especificamente sobre aqueles que dedicam suas vidas para cuidar dos animais, o professor Marco Gioso quis saber como os convidados enxergam o futuro da profissão em um segmento que a cada ano fica maior e se torna mais relevante.

“Eu acho que na medicina veterinária, a questão da prevenção será cada vez mais forte. Principalmente nas questões ligadas à alimentação, manejo e protocolo vacinal, o foco será sempre na personalização e na individualidade do pet, e não mais tratada de forma generalizada”, disse Marieta.

Waldman concordou que a prevenção será a palavra mais usada pelos médicos-veterinários e acrescentou que as soluções tecnológicas também vão ajudar bastante a cuidarmos cada vez melhor dos pets.

“A tecnologia vai permitir que a prevenção da saúde do pet seja elevada a outro patamar. Por exemplo, o uso de pingentes que monitorem as atividades de cães e gatos podem oferecer informações valiosas para os médicos-veterinários saberem melhor o estado de saúde de seus pacientes”, declarou Waldman.

No final do encontro, Gioso destacou as oportunidades dentro do mercado pet para os médicos-veterinários, como a criação das lojas virtuais, por exemplo, e o forte crescimento do segmento ao longo dos anos. “Hoje, o mercado pet já fatura mais que o cinema e as academias de ginástica, por exemplo”.

Marcio Waldman na Pet South America

Aproveitando o tema, Waldman contou à plateia os motivos que levaram a Petlove a trabalhar na construção de um ecossistema, que tem o bem-estar dos pets e seus tutores como centro das ações. “Vocês sabem por que chamamos de ecossistema? Porque em um ecossistema todos se ajudam e todos ganham, e quanto todo mundo ganha é sempre melhor. Esse é o pensamento da Petlove e todos nós trabalhamos por um mercado cada vez mais equilibrado e sustentável”, finalizou o fundador da Petlove. 

Por Anderson Mafra

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