Quanto tempo vive um gato com vida indoor?

Umas das primeiras preocupações entre os gaiteiros de primeira viagem é descobrir quanto tempo em média viverá o seu parceiro peludinho. Nesta busca por informações, o pai ou a mãe do gato vai notar que para estimar o tempo de vida do pet é necessário analisar diversos fatores, entre eles, a raça, predisposição genética, tipo de alimentação, os cuidados que o bichinho irá receber, além de decisões importantes como: castrá-lo ou não e se ele viverá dentro de casa ou será liberado para dar voltinhas na rua.

Esta última decisão é polêmica e há quem goste de argumentar bastante o seu ponto de vista, baseado somente em suas preferências, mas é importante que você se inteire sobre o assunto e procure ajuda de um médico veterinário antes de bater o martelo sobre qual caminho seguir.

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Aqui no Blog, nós sempre ressaltamos que a vida totalmente domiciliada traz muito mais segurança para o gato e é capaz de prolongar o tempo de vida do seu pet. E essa afirmação se justifica pelos números. Pesquisas realizadas por 10 sites especializados em felinos domésticos apontam que a média de vida dos gatos que frequentam as ruas é de quase seis anos (muitas vezes nem chegando perto disso), enquanto a média dos bichanos que não ultrapassam os limites da residência é de quase 17 anos, ou seja, uma expectativa de vida quase três vezes maior!

O que justifica o gato indoor viver mais?

Se a gente fosse falar de tudo aquilo que pode justificar o gato que não sai do ambiente doméstico viver mais, este post ficaria imenso e cansativo para você acompanhar. Então vamos explorar os principais pontos e deixar o convite para você ler a nossa matéria “quanto tempo vive um gato com vida livre” para ter um cenário mais completo.

Vamos começar falando sobre a rotina, tão importante para qualquer pet. Dentro de casa, o gato consegue cumprir uma rotina que é muito importante para a saúde dele. Ter fácil acesso ao alimento, descansar, brincar e cuidar da higiene ajuda o bichano a ter mais qualidade de vida e, consequentemente, viver por mais tempo.

Por falar em alimentação, sem as tentações perigosas da rua, o seu gato consegue se alimentar bem melhor se tiver acesso somente à ração (seca ou úmida) que o médico veterinário indicou para a atual fase de vida dele. E, como todos nós sabemos, uma alimentação nutritiva e nas quantidades corretas é meio caminho andado para uma vida mais saudável.

Além da rotina e da alimentação, podemos somar aqueles cuidados que o gato só terá numa vida 100% domiciliada. Por exemplo, riscos menores de sofrer acidentes, maus tratos ou atropelamentos, de se envolver em brigas com outros pets, pegar alguma doença ou sofrer com ataques de parasitas, como pulgas e carrapatos. Sem contar que em casa, qualquer problema que o gato vier a ter, o socorro provavelmente será muito mais rápido do que ficar a mercê de uma boa ação de alguém na rua.

Muitos dos que deixam o gato ter livre acesso à vizinhança escolhem essa opção por terem dó de um suposto “tédio” que o felino sentiria vivendo somente dentro de casa. Mas a história não é bem assim, já que em um ambiente que ele não está familiarizado, o gato se sente muito mais exposto e ameaçado, e acaba ficando mais estressado porque não consegue relaxar. Além disso, dá perfeitamente para manter o bichano ativo e feliz dentro de casa apostando no enriquecimento ambiental :).

Sobre o autor

Anderson Mafra

Anderson Mafra

Jornalista apaixonado por animais, comunicação, música e não perde um concurso cultural (na verdade já perdeu vários). Curioso de mão cheia, quer saber sempre mais e compartilhar conteúdo, dicas e curiosidades do mundo pet. É um petlover assumido, sem chance de reabilitação.

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