Reino Unido aumenta a proteção de pets e animais selvagens
“Não podemos continuar ignorando os vínculos inseparáveis entre a maneira como tratamos os animais, nossa própria saúde e a saúde do planeta”, disse Chris Sherwood, Diretor de um órgão internacional que combate a crueldade animal. E se você concorda com ele, vai adorar saber que o Reino Unido adotou novas leis de proteção animal!
Os britânicos atenderam a reivindicação de empresas e organizações que propuseram novas medidas para proteger ainda mais o bem-estar dos pets e animais selvagens. Uma das principais novidades é que a partir de agora todos os animais vertebrados passam a ser considerados seres sencientes (capazes de perceberem pelos sentidos).
Assunto em pauta na última década
A preocupação da Grã-Bretanha com a qualidade de vida dos bichinhos não é de hoje. Desde 2010, a nação vem adotando medidas que ajudam a preservar o bem-estar dos animais, por exemplo, aumentando a pena máxima pelos crimes de crueldade, criando o projeto para implantação de microchips em cães e ampliando a restrição do comércio animal.
Sobre este tema, o governo desautorizou a exportação para abate, restringiu a importação de carne e proibiu a circulação de produtos derivados de marfim ou de caça ilegal. Peter Goldsmith, Ministro e membro da câmara, declarou em entrevista que, após o Brexit, o Reino Unido ficou mais livre para reforçar suas leis de proteção animal.
Proteção extra para pets (e macacos)
Pensando na prevenção de perdas e roubos, os pais dos felinos domésticos serão incentivados a colocarem um microchip em seus peludinhos. Já os tutores de cães – que já contavam com esta opção – não podem mais fazer uso das polêmicas coleiras eletrônicas (de choque) para treinamento.
O novo texto também tem um capítulo especial sobre os primatas, que oficialmente não podem mais ser criados como pets. Fechando os destaques das boas notícias, o Reino Unido ainda declarou que serão criados fundos para proteção da vida selvagem local e também para o restante do Mundo!
Confira todas as novidades do projeto na página do Parlamento Britânico.


