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“Samu Veterinário” de Curitiba atende quase 100 pets em um mês de funcionamento

Por Gabriel Arruda -

Desde setembro, mês em que foi implantado na cidade de Curitiba, o “Samu Veterinário” tem atendido ao menos seis ocorrências por dia. Em 30 dias de funcionamento, o projeto resgatou 96 pets. Normalmente, são casos de cães e gatos atropelados que ficam abandonados nas ruas à espera de socorro. 

Cachorro atendido pelo Samu Veterinário

Foto: Lucilia Guimarães/SMCS

Chamada de “Unidade de Resgate Animal”, as ambulâncias são voltadas para pets em risco nas ruas. Dentro do veículo, eles recebem os primeiros atendimentos, e depois são levados para outro espaço para ter a recuperação completa.

Como acionar?

Para acionar o atendimento, basta acessar a Central de Atendimento da Prefeitura, pelo telefone 156 ou pela Internet.

O serviço é realizado pela Rede de Proteção Animal, da administração municipal e, de acordo com a Prefeitura de Curitiba, durante esse mês, o número de chamados chegou a 420, entretanto, somente 22% eram casos de emergência para animais em situação de rua. 

Outras cidades

O projeto do “Samu Veterinário” já é uma realidade em algumas cidades do Brasil. Além de Curitiba, Florianópolis (Santa Catarina) e Cachoeirinha (Rio Grande do Sul) também aderiram a iniciativa para ajudar os pets em situações de rua que precisam de atendimentos médicos.

Em São Paulo, em 2015, a Câmara Municipal aprovou o Serviço de Atendimento Médico Móvel Veterinário (Samuvet) para cães e gatos, que cria um serviço público permanente de atendimento veterinário, controle populacional de pets e também educacional. No entanto, o projeto precisava ser sancionado pelo então Prefeito do Estado Fernando Haddad, o que de fato não ocorreu.

Proposto em 2013, o texto acabou sendo vetado por Haddad, que justificou, por meio de uma publicação no Diário Oficial, que “a maior parte dos serviços a serem disponibilizados aos tutores de cães e gatos pelas unidades móveis previstas no projeto de lei já é atualmente realizada por meio do CCZ (Centro de Controle de Zoonoses), da Secretaria Municipal de Saúde”.

Por Gabriel Arruda

É Jornalista, apaixonado por pets, música e futebol. Está sempre em busca de novos desafios, justamente pela curiosidade que o toma conta. Pai de um Beagle chamado Johnny, mais conhecido como "O Destruidor".

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