Tem pet em casa? Cuidado com a piscina!
Muito se fala sobre os cuidados que devemos ter com crianças em casas com piscina. Mas e os nossos pets? Existem raças de cachorro – e até de gatos – que simplesmente adoram fazer atividades aquáticas, mas há também aqueles que sequer sabem como nadar direito. Em ambos os casos, é preciso estar sempre atento e evitar que fiquem à beira da piscina sem supervisão.
A maioria das pessoas crê que os pets sabem, instintivamente, nadar. Isso não é verdade. A maioria até sabe o que fazer quando cai na água, mas algumas raças tendem a afundar ou chegar à exaustão com muito mais rapidez do que outras. Manter cercas envolta das piscinas ou telas sobre elas são alternativas de extrema importância para que eles não caiam e nem se joguem sem autorização.
Lonas podem ser uma opção desde que sejam bem fixadas. Não é incomum que o pet entre na água por “brechas” deixadas e não consiga sair, sendo encontrado somente depois de muito tempo, na maioria das vezes já sem vida, infelizmente.
Piscinas com rampas ou escadas de alvenaria facilitam a saída de cachorros ou gatos da água, mas nem todas possuem esses artifícios. Com os pelos molhados e o corpo mais pesado, pode ser difícil para o pet conseguir sair somente se apoiando na borda. Com tentativas frustradas, ele pode se apavorar e acabar se afogando!
Para gatos pode não ser assim tão dificultoso sair, pois eles usam suas unhas. Presas à superfície da borda, eles conseguem puxar seus corpos para fora, mas isso nem sempre é uma regra: eles também podem se assustar com a situação, também correndo o risco de afogamento.
Ensinar seu pet a sair da piscina é importante. Isso pode ser feito com condicionamento, o premiando e o mantendo tranquilo durante o “treinamento”. Deixá-lo com colete salva-vidas, da mesma forma que fazemos com as crianças, é uma medida importante para preservá-lo. A ordem, porém, é sempre supervisionar o que ele faz dentro e perto dela. 😉


