Veterinário em casa: estresse pode ter causado crise urinária em gata

A nossa missão é fazer a diferença na vida dos pets para que eles tenham uma vida mais feliz e saudável. E esse nosso objetivo se torna cada vez mais real quando vivenciamos momento únicos, como tem oferecido o Serviço Veterinário em Domicílio Petlove, que nos permite ir até a casa dos clientes para cuidar dos seus bichinhos.

Por enquanto o serviço está em fase inicial e ainda não foi disponibilizado para os clientes que não moram na capital paulista, porém, a cada atendimento e retorno positivo de clientes e, principalmente, dos pacientes, ficamos mais motivados em nos fazer presente nas mais diferentes localidades, assim como acontece com o nosso petshop on-line.

Kaya-Petlove

Se você ainda não tinha ouvido falar sobre esse nosso serviço, saiba que toda semana você tem a oportunidade de acompanhar aqui no Blog um post sobre um dos atendimentos realizados. Assim você entende melhor o serviço e também fica por dentro de situações que podem acontecer aí na sua casa. Clique aqui para ler as histórias já publicadas!

Dessa vez, nós compartilhamos o atendimento da Dra. Mallu Evelyn, que foi até a região Central de São Paulo para ajudar a cliente Héllen Raniel. Ela precisava de ajuda para cuidar da sua gatinha Kaya, que estava com problemas para urinar.

A auxiliar de gerência contou que adotou a peludinha em fevereiro deste ano, após acessar o site da ONG Adote um Gatinho, e que se encantou com a pet logo de cara. “Me chamou muito a atenção a foto dela com uma carinha toda brava e na sequência uma outra que ela já estava com a barriga pra cima tomando um sol”, lembra Raniel aos risos.

Mesmo sabendo do passado triste de Kaya e de seu problema de saúde – a gata sofreu uma ruptura de diafragma, que a impediu, inclusive, de amamentar seus filhotes -, Héllen não viu impeditivos para fazer a adoção acontecer. A tutora revelou que desde os primeiros dias na nova casa, a gatinha demonstrava medo em excesso e que até levantar a mão para fazer um carinho era motivo suficiente para a felina partir em retirada e procurar um lugar para se esconder. “Foi um processo de conquista. Na primeira vez que ela dormiu no meu colo eu disse pra mim mesma ‘Acho que ganhei um espacinho aí’”, lembra.

Estresse pode ter causado uma cistite inflamatória

Numa sexta-feira à noite, Héllen estava na companhia de Kaya quando notou que a gatinha apresentou um comportamento atípico. “Ela parou e fez posição de xixi na sala, como não é o lugar e o comportamento comum dela, aquilo acabou me chamando a atenção. Logo em seguida, ela repetiu o movimento e um pouquinho de sangue acabou saindo”, explicou a tutora.

Como é Assinante Petlove e recebe nossas comunicações, Héllen lembrou da possibilidade de contar com um médico veterinário em casa e enviou uma mensagem para o nosso atendimento. A doutora Mallu foi ao encontro de Kaya e contou como foi a avaliação. “Ela estava com discreta dor abdominal, mas na palpação notei que a bexiga estava vazia. A tutora comentou que a gata fazia posição de xixi várias vezes ao dia, mas só saia algumas gotinhas. Então, eu apliquei analgésico e antiinflamatório e também pedi um ultrassom abdominal e exames de sangue e urina, para verificar se havia infecção ou não”, disse a médica.

Os exames foram feitos no dia seguinte, menos o de urina, pois não foi possível realizar a coleta. “No ultrassom deu pra ver que a bexiga estava bem inflamada, porém o exame de sangue não apresentou nenhuma alteração. Como a Kaya é uma gatinha bem medrosa e estressada, uma cistite intersticial (inflamatória) pode ter ocorrido por conta desses fatores, porém não há como comprovar”, explica Mallu.

Héllen acredita mesmo o mal-estar de sua gatinha tenha sido motivado por uma questão psicológica e revela o que pode ter sido o estopim. “Realmente faz sentido porque naquele mesmo dia eu lembro que a Kaya ficou mais assustada do que o normal quando escutou um barulho muito alto vindo do vizinho, tanto que chegou até a vomitar”, disse a jovem. 

Felizmente, após ser devidamente medicada e receber muito amor e carinho da sua mãe humana, Kaya está em plena recuperação e voltou a urinar sem grande problemas. Sobre o atendimento recebido, Héllen conta o que achou da experiência. “Eu gostei bastante porque a doutora deu muita atenção para a Kaya e conversou comigo para saber todo o histórico dela. Eu já fiz consulta em médicos veterinários de hospitais que não foram tão atenciosos”, contou a cliente. 

Um passo a mais rumo à nossa missão. Seguimos!

Sobre o autor

Anderson Mafra

Anderson Mafra

Jornalista apaixonado por animais, comunicação, música e não perde um concurso cultural (na verdade já perdeu vários). Curioso de mão cheia, quer saber sempre mais e compartilhar conteúdo, dicas e curiosidades do mundo pet. É um petlover assumido, sem chance de reabilitação.

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