Adotar um gatinho: o que preciso saber

Além de ser muito divertido e gostoso, adotar um gatinho é uma grande responsabilidade. Apesar de ser um ato de amor, a adoção – de adultos ou de filhotes – precisa ser bem pensada e existem várias questões que é preciso considerar antes de tomar essa decisão.

Espaço, condição e tempo

Primeiro de tudo: você tem as três coisas acima? Ao adotar um gatinho, você precisará de uma bandeja sanitária, vasilhas para comida e água, arranhadores.

Você precisará dar atenção ao seu pet e estar preparado para gastos como vacina e castração, além de custos emergenciais caso ele fique doente.

Também é necessário telar os apartamentos e casas para evitar que eles dêem voltinhas, especialmente filhotes que são mais curiosos.

O que observar na hora de adotar um gatinho

Além de observar se o gato tem uma aparência saudável, é preciso observar o lugar onde você está realizando a adoção. É preciso se certificar de que é seguro e que o gato não carrega doenças – principalmente se você tiver outro gato em casa.

“Raças têm características específicas, mas os sem raça são sempre adoráveis. Adotar é tudo de bom”, lembra a médica veterinária Bianca Couto, da clínica The Cat From Ipanema.

E se eu tiver outro gato em casa?

Se for o caso de já ter um gato (ou mais) em casa – adulto ou filhote – é necessário mantê-los separados em um primeiro momento. Além de uma briga poder machucar o filhote, algum deles pode carregar doenças infecciosas.

Gatos filhotes se adaptam mais fácil?

Isso não é necessariamente verdade. Gatos adultos podem se adaptar com tanta facilidade quanto filhotes.

No entanto, a adaptação dos filhotes ocorre bem rápido. Então não é preciso se preocupar com ele sentir falta da mãe ou coisas similares.

“A adoção pode ocorrer logo após o desmame, o que deve ocorrer entre 45 e 60 dias após o nascimento”, explica a médica.

Sobre o autor

Larissa Moreira

Larissa Moreira

Larissa tem quatro miaus: Câmara, Ação, Gravando e Clica Fora, está no quarto ano de jornalismo da Faculdade Cásper Líbero, é apaixonada pela língua alemã, livros de fantasia, chá de camomila e pelos seus quatro bebês (que já nem são mais bebês).

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