Castração de gato: cuidados necessários
O procedimento de castração é geralmente feito com a intenção de que os animais não sejam mais capazes de gerar filhotes e é uma parte importante na saúde dos bichos. Aqui, vale a velha frase: castração de gato é um ato de amor.
Isso porque, além do controle da população de animais, protegendo filhotes de abandono, ela também ajuda a controlar fugas, comportamento indesejados e evita o aparecimento de tumores.
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Exames para castração
“Para realizar o procedimento, os animais precisam estar com a saúde perfeita. Para isso, precisamos investigar tudo o que for possível”, explica o médico veterinário Carlos Gabriel Almeida, das clínicas CAT para Gatos e The Cat From Ipanema, no Rio de Janeiro.
“De acordo com a idade, exame físico e histórico, o médico veterinário vai sugerir quais exames serão necessários”, completa Almeida.
Alterações físicas que aumentem o risco de complicações durante e após a anestesia podem impedir o procedimento. As maiores preocupações dos médicos veterinários são as doenças infecciosas, congênitas e degenerativas.
O jejum de comida e água que deve ser realizado antes da cirurgia irá variar de acordo com a idade do gato.
Depois da operação de castração de gato
A necessidade de comprar analgésicos, anti-inflamatório, antibióticos, curativos e até de fazer uma alteração na dieta vai ser estabelecida de acordo com cada caso específico.
“Além das orientações, é fundamental um ambiente tranquilo, limpo e livre de pressões emocionais. Doses de paciência e amor para realizar procedimentos e ficar atento para algum sinal de problema”, alerta o Dr. Gabriel.
A cada troca de curativos – frequência que deve ser estabelecida pelo médico veterinário – é necessário observar secreções, sangramentos, inchaços ou qualquer sinal que tenha sido citado como esperado pela equipe cirúrgica.
Por que devo castrar meu gato?
Gatos, por natureza, possuem o hábito de explorar lugares e ir atrás de pares. As fêmeas, quando no cio, buscam pelos machos que percebem de longe quando há uma gatinha disponível para acasalar. Com isso, é muito comum que hajam brigas e disputas entre os felinos. As brigas de gatos costumam ser feias e não é raro que resultem em morte (seja por acidentes, como uma queda de um telhado, por exemplo, ou por ferimentos).
Contrair doenças como FIV, FELV e PIF não é incomum em gatos que possuem vida livre. Estes, também, estão muito sujeitos a atropelamentos e maus tratos. Gatos castrados não têm essa necessidade fisiológica de acasalar e, por isso, acabam ficando mais tranquilos em casa. Obviamente, existem gatos castrados que ainda gostariam de dar suas voltas pela vizinhança, mas o ideal é sempre mantê-los dentro de casa.





bom assunto para nos, me ajudou muito ja que aqui onde eu moro nos temos um projeto que ajuda os animais de rua e geralmente aqui tem gato de rua e ajudo muito na adabitaçãO