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Catarata em cachorro: o que é, sintomas e tratamentos disponíveis

Por Lamis Karaki -

Percebeu que os olhinhos do seu pet estão mais esbranquiçados ou ele anda batendo nos móveis? É importante ter atenção, porque pode ser sinal de catarata

Essa condição é mais comum do que parece e, quanto antes for diagnosticada, melhor para a saúde e qualidade de vida do seu amigo. Vem entender o que é a catarata, quais os sintomas mais comuns e como é possível cuidar disso com acompanhamento veterinário.

O que é catarata em cachorro? Entenda a condição ocular

A catarata é uma alteração no cristalino — aquela parte do olho que ajuda o pet a enxergar com nitidez. Quando ele fica opaco, a visão começa a falhar. Em vez de enxergar tudo direitinho, o pet vê tudo meio embaçado, como se estivesse olhando por uma janela suja.

Essa condição pode aparecer por vários motivos: idade, traumas, doenças como o diabetes, ou até mesmo por herança genética. E o que começa com um leve incômodo pode acabar comprometendo bastante a visão, se não for tratado do jeitinho certo.

Catarata em cães: como ela afeta a visão do seu pet 

Quando a catarata aparece, a visão do pet começa a ficar embaçada, como se uma névoa estivesse tomando conta dos olhos. Com o tempo, ele pode ter mais dificuldade para enxergar objetos, se orientar em casa ou até reconhecer pessoas de longe. Isso pode deixar o pet mais inseguro, desorientado e até mais quietinho do que o normal.

Alguns cachorros ainda enxergam um pouquinho mesmo com a catarata, mas em casos mais avançados, a visão pode ser totalmente comprometida. Por isso, é super importante estar atento e buscar ajuda de um médico-veterinário assim que notar algo diferente.

Sintomas da catarata em cachorro: como identificar os sinais precoces 

Ficar atento aos primeiros sinais pode fazer toda a diferença no tratamento da catarata. Um dos sintomas mais visíveis é o olho com aparência esbranquiçada ou azulada, como se tivesse uma “película” por cima. Mas tem mais!

Veja outros sinais que podem indicar catarata:

  • Dificuldade para se localizar em ambientes, principalmente à noite;
  • Batidas em móveis ou tropeços frequentes;
  • Insegurança ao subir ou descer escadas;
  • Olhos mais sensíveis à luz;
  • Mudanças de comportamento, como ficar mais quietinho ou evitar brincadeiras.

Ah, e vale lembrar: esses sintomas podem aparecer de forma bem discreta no começo. Por isso, ao menor sinal de alteração na visão, o melhor caminho é conversar com um médico-veterinário. 

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Catarata em cachorro tem cura? Descubra as opções de tratamento 

Boa notícia: sim, a catarata em cachorro tem tratamento — e em muitos casos, o pet pode voltar a enxergar super bem!

O tratamento mais comum é a cirurgia, chamada de facoemulsificação. É um nome complicado, mas o procedimento é bem seguro quando feito por um médico-veterinário especializado. Com a ajuda de equipamentos modernos, o cristalino opaco é removido e substituído por uma lente artificial, devolvendo qualidade de vida e independência ao pet.

Mas nem sempre a cirurgia é indicada. Tudo vai depender da saúde geral do pet, da fase da catarata e da avaliação do profissional. Em alguns casos, o uso de colírios e acompanhamento regular ajuda a controlar a evolução da doença e manter o conforto ocular.

O mais importante? Não esperar a catarata avançar. Quanto antes for diagnosticada, maiores são as chances de um tratamento eficaz.

Como tratar catarata em cachorro: tratamentos e cuidados essenciais

O primeiro passo para cuidar da catarata é buscar orientação de um médico-veterinário. Só ele vai conseguir indicar o tratamento certo para seu pet e, dependendo do caso, pode até encaminhar para um especialista em oftalmologia veterinária. 

Quando a cirurgia é indicada, ela costuma trazer ótimos resultados. Mas o cuidado não para por aí! Depois do procedimento, o pet vai precisar de repouso, uso de colírios específicos, acompanhamento frequente e, claro, muito carinho.

E se a cirurgia não for uma opção? Acompanhamento contínuo e tratamento com colírios podem ajudar a controlar o avanço da doença e melhorar o bem-estar do pet. Ah, e nada de medicar por conta própria, viu? Cada pet é único, e só um profissional pode indicar o que é melhor em cada caso.

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Cirurgia de catarata em cães: quando é necessária e como funciona 

A cirurgia de catarata costuma ser indicada quando a visão do pet já está comprometida e a doença atrapalha a rotina dele. 

Mas calma! Antes de tudo, o pet passa por uma avaliação completa com um médico-veterinário especialista em oftalmologia. Exames como o teste de reflexo ocular e o eletrorretinograma ajudam a entender se a cirurgia é mesmo a melhor escolha.

Se for o caso, o procedimento é feito com anestesia geral e usa uma técnica chamada facoemulsificação. Nela, o cristalino opaco é removido e, geralmente, substituído por uma lente artificial. A cirurgia é rápida e, em muitos casos, o pet já volta a enxergar logo nos primeiros dias!

Depois do procedimento, o cuidado continua em casa: colírios, consultas de retorno e atenção redobrada fazem parte do processo de recuperação. Mas todo esse carinho vale a pena para ver seu pet feliz e mais confiante de novo.

Catarata em cão: fatores que aumentam o risco e prevenção

A catarata pode aparecer em qualquer fase da vida, mas alguns pets têm mais chances de desenvolver a condição. Idade avançada é um dos principais fatores, mas não é o único!

Outros motivos comuns são:

  • Diabetes Mellitus;
  • Inflamações ou traumas oculares;
  • Predisposição genética (algumas raças, como Poodle, Cocker Spaniel e Schnauzer, têm mais risco);
  • Doenças hereditárias ou metabólicas.

E dá para prevenir? Em alguns casos, sim! A melhor forma de cuidar é manter a saúde do pet em dia: alimentação equilibrada, visitas regulares ao médico-veterinário, controle de doenças crônicas e atenção aos sinais nos olhos. Ah, e se o seu pet tem predisposição, vale conversar com o vet sobre check-ups oftalmológicos mais frequentes. 

Catarata em cães: mitos e verdades sobre a doença ocular 

Quando o assunto é catarata em cães, muita coisa se fala por aí — mas nem tudo é verdade, viu? Bora descomplicar isso juntos?

“Catarata só aparece em cães idosos.”
– Mito!
Apesar de ser mais comum em pets mais velhos, a catarata também pode surgir em cães jovens, principalmente por causa de traumas, diabetes ou predisposição genética.

“Não tem como tratar catarata em cachorro.”
– Mito!
Tem sim! A cirurgia pode devolver a visão em muitos casos, e com o acompanhamento certo, dá para garantir conforto e qualidade de vida ao pet.

“Colírios curam a catarata.”
– Mito!
Os colírios podem ajudar no controle da inflamação e no alívio de sintomas, mas eles não eliminam a catarata. A única forma de remover o cristalino opaco é por meio da cirurgia.

“Meu cachorro está com catarata, mas ainda enxerga.”
– Verdade!
No início, a catarata pode afetar a visão de forma leve. Por isso, é importante ficar atento e buscar acompanhamento o quanto antes, mesmo que o pet ainda esteja se virando bem.

“A catarata não causa dor.”
– Verdade!
Sozinha, a catarata geralmente não dói. Mas, se não for acompanhada, pode levar a outras complicações oculares que causam desconforto. Por isso, a prevenção e o cuidado são essenciais.

Como cuidar de um cachorro com catarata: dicas para melhorar a qualidade de vida 

Se o seu pet foi diagnosticado com catarata, respire fundo: com os cuidados certos, ele pode seguir a vida com conforto e muito carinho. Mesmo quando a cirurgia não é indicada, pequenas atitudes no dia a dia fazem toda a diferença. Olha só:

  • Evite mudanças bruscas no ambiente: manter móveis no mesmo lugar ajuda o pet a se orientar melhor, mesmo com a visão comprometida.
  • Use tapetes e caminhos táteis: tapetinhos ou texturas diferentes no chão podem ajudar seu pet a identificar os espaços da casa com mais segurança.
  • Converse com ele e evite sustos: fale com carinho quando for se aproximar. A audição e o olfato continuam fortes, e a sua voz traz segurança.
  • Caminhe sempre com guia: na rua, o ideal é passear com guia curta, em locais seguros e sem obstáculos.
  • Acompanhe com o médico-veterinário: o acompanhamento regular é essencial para evitar complicações, ajustar tratamentos e garantir que seu pet esteja sempre bem.
  • Demonstre amor todos os dias: mais do que enxergar, o pet sente. E carinho, aconchego e atenção são os melhores remédios que existem.

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Se tem pet, tem que ter! 💜

Por Lamis Karaki

Sou bacharel em Publicidade e Propaganda e sempre gostei muito de escrever. Mas posso dizer que minhas verdadeiras paixões são meus filhos gatinhos: Claudinho e Pliclis. Apesar deles serem meu mundo inteiro, também curto uma boa música e muito futebol!

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