Hamster – hora do banho

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Hamster: Hora do Banho. Todos os direitos reservados a gallftree008 (imagem)

Roedores gostam de higiene e limpeza e tomam banho de maneira autônoma e peculiar. Aqueles famosos gestos de passar a mão pelo corpo e colocar na boquinha, por exemplo, que todo dono desses bichinhos já deve ter visto, é uma maneira de esse animal se limpar.

Muitas vezes o dono quer saber se pode dar banho em casa ou se isso é totalmente proibido. Isso pode ser feito, mas se for apenas com água, deve-se ter muito cuidado. Agora se for com pó, a segurança é um pouco maior. O pó para banho é um item de auxílio para o chamado “banho seco”. Como o produto é aromatizado, o animalzinho fica com um cheirinho muito bom. Usá-lo é muito simples: basta pegar uma vasilha em que caiba o roedor dentro e que seja um pouco funda. Coloque o pó próprio e o hamster nele. O bichinho se “banhará” sozinho e, caso não o faça, é só jogar um pouquinho do produto sobre seus pelos, que rapidinho irá aprender. Se preferir, deixe um recipiente com o pó dentro da gaiola, para que o pet se divirta. Coloque o produto mais ou menos duas vezes por semana.

Se o pet estiver muito sujo e precisar mesmo de água, o banho pode ser dado, mas alguns cuidados são necessários: a temperatura da água deve estar morninha, nunca fria, para que o amiguinho não sofra e não adoeça. Então deve-se molhar o pet, passando shampoo neutro, esfregando e enxaguando muito bem, para que não fique nenhum resíduo. Em seguida, deve-se retirá-lo da água e secá-lo, apenas com uma toalha. Nunca use secador de cabelo, pois além de assustar muito, pode ser muito quente para um bichinho tão sensível. Só volte com ele para a gaiola quando estiver totalmente seco, caso contrário, pode adoecer.

Não é porque esse procedimento é permitido que ele deve ser rotineiro. Como já é da natureza desse roedor se manter limpinho, dificilmente o banho com água será necessário e, se for, não deve ser feito mais de uma vez por mês. A pele do animal é delicada, assim, água em excesso pode trazer problemas de saúde.

Qualquer alteração no comportamento, acidente durante o procedimento ou algum sinal clínico que tenha sido notado é o suficiente para que o médico veterinário, especializado em animais exóticos, seja procurado. Nunca medique esse pequeno com nenhum tipo de remédio, mesmo que seja medicamento veterinário. Uma simples gotinha pode intoxicar e ser fatal.

Sobre o autor

Bruno Oliveira

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