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Causas da hérnia de disco em cachorro, sintomas e tratamento

Por Juliana Melo -

Tem coisa mais angustiante do que ver os pets sofrendo com dores e dificuldades de locomoção? 

Pois é, só de imaginar já dá um aperto no peito. E hérnia de disco em cachorro é uma das condições que causam esses sintomas preocupantes: além de trazer incômodos para os bichinhos (e muita dor de cabeça para os tutores), a doença ainda pode provocar o surgimento de outros problemas de saúde. 

Mas, calma! A boa notícia é que tem como tratar hérnia de disco em cachorro. Com as informações certas e os cuidados adequados, é possível controlar os sintomas e devolver a qualidade de vida aos bichinhos.

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O que é hérnia de disco em cachorro?

A hérnia de disco em cachorro é um problema na coluna vertebral que causa dores intensas nos cãezinhos e pode afetar a mobilidade. Ela acontece quando o material gelatinoso que existe entre as vértebras sai do lugar e acaba causando pressão nos nervos e na medula espinhal.

A gente explica melhor. A coluna do cachorro (assim como a nossa) é formada por ossos chamados de vértebras. Esses ficam “encaixados” uns nos outros com a ajuda dos discos intervertebrais: uma espécie de “almofadinha” cartilaginosa que serve para amortecer impactos e dar flexibilidade à espinha dorsal. 

Quando o conteúdo de algum desses discos se desloca ou se rompe, ele pode gerar uma compressão na região da medula e nos nervos próximos. E é aí que mora o perigo.

A hérnia de disco em cachorro ocorre justamente quando esse material gelatinoso se espalha ou se desgasta ao ponto de prejudicar o sistema nervoso. O resultado pode variar de um incômodo moderado (nos casos menos graves) até sintomas como dores profundas, fraqueza nas patinhas e até paralisia.

A doença é mais comum em algumas raças e tende a aparecer com mais frequência em cães adultos ou idosos. Mas não se engane: mesmo os bichinhos mais jovens podem sofrer com ela, especialmente se forem propensos geneticamente ou se passarem por traumas.

O que causa hérnia de disco em cachorro?

A hérnia de disco em cachorro pode ter várias causas.

Em geral, ela está ligada a uma combinação complexa entre fatores genéticos, idade e estilo de vida. Na maioria dos casos, o problema aparece sem aviso, mas há situações em que o tutor pode (e deve!) ficar de olho.

Colocando de maneira mais objetiva, dá pra dizer que a hérnia de disco em cachorro é causada principalmente por:

  • Genética e predisposição racial: algumas raças têm maior propensão a desenvolver hérnia de disco por conta do formato do corpo e da constituição da coluna. É o caso do dachshund (o famoso “salsicha”), do beagle e de outros cãezinhos com corpo comprido e patas curtas. 
  • Envelhecimento: com o passar dos anos, os discos intervertebrais podem se desgastar naturalmente, favorecendo o surgimento de hérnias, principalmente nos cachorrinhos idosos
  • Traumas e acidentes: quedas, pulos de lugares altos (como sofá ou cama), escorregões ou brincadeiras mais intensas podem causar lesões na coluna e causar o deslocamento dos discos invertebrais.
  • Obesidade e sobrepeso: para os cãezinhos, o excesso de peso é um vilão silencioso, já que sobrecarrega a coluna e as articulações.
  • Falta de preparo físico e musculatura fraca: cães que não se exercitam regularmente ou que têm pouca musculatura de sustentação ficam mais vulneráveis a problemas na coluna.

Resumindo: alguns dos fatores que causam a hérnia de disco em cachorro estão fora do controle dos tutores, como a genética. Mas muitos outros podem ser prevenidos com hábitos saudáveis e atenção ao dia a dia do pet.

Sintomas mais comuns

A hérnia de disco em cachorro pode começar com sinais sutis, daqueles que a gente quase nem percebe no dia a dia. Mas, se não for tratada logo, tende a evoluir rápido e causar muito sofrimento pro pet. Por isso, é importante se atentar a qualquer comportamento estranho!

Alguns dos sintomas mais frequentes da hérnia de disco em cachorros incluem:

  • Dor ou desconforto ao se movimentar;
  • Dificuldade para andar;
  • Falta de coordenação ao se locomover;
  • Fraqueza nas patas (geralmente traseiras);
  • Incontinência urinária ou fecal;
  • Paralisia (parcial ou total).

Além disso, é comum que os cãezinhos afetados pela doença apresentem mudanças de comportamento, como irritação excessiva, apatia, falta de disposição e sensibilidade ao toque. Todos esses são sinais de alerta que pedem uma avaliação veterinária urgente!

Como tratar hérnia de disco em cachorro? Entenda as possibilidades 

A boa notícia é que, sim, existe tratamento para a hérnia de disco em cachorro e ele pode fazer toda a diferença na qualidade de vida do seu pet. 

Mas o tipo de tratamento vai depender do grau da lesão, da saúde geral do cãozinho e, claro, da orientação do médico-veterinário. De forma geral, os protocolos de tratamento da doença são divididos em duas abordagens principais: conservadora e cirúrgica.

Na abordagem conservadora, os objetivos principais são aliviar as dores, combater a inflamação e evitar que o problema piore. Aqui, a ideia é reduzir os sintomas e controlar o quadro da forma menos invasiva possível (com medicamentos, repouso, adaptações no ambiente etc).

Já o tratamento cirúrgico, como o próprio nome sugere, é um procedimento feito para remover o material gelatinoso que está causando compressão na medula espinhal. 

A seguir, você descobre mais detalhes sobre essas diferentes possibilidades de tratamento para hérnia de disco em cachorro.

Tratamento conservador: foco no descanso e alívio da dor

Como já mencionamos, o tratamento conservador foca em aliviar a dor, fortalecer a musculatura ao redor da coluna e dar um tempo para que o disco lesionado se recupere.

Como funciona? 

O tratamento conservador para hérnia de disco em cachorro costuma incluir:

  • Recomendações de repouso absoluto (com restrição temporária de movimentos);
  • Uso de medicamentos anti-inflamatórios e analgésicos;
  • Suporte com fisioterapia veterinária para fortalecer a musculatura;
  • Adaptações ambientais (como instalação de rampas e escadinhas) para evitar que o cachorrinho pule ou force a coluna de outras formas.

Quando é indicado? 

Essa abordagem geralmente é recomendada para casos leves ou moderados, nos quais o pet ainda está se movimentando e não apresenta paralisia. 

Quais são as vantagens e desvantagens?

A principal vantagem do tratamento conservador é que ele é menos invasivo, já que não envolve os riscos de uma cirurgia. Além disso, a maior parte do protocolo pode ser feita em casa, com medicação e repouso, embora a orientação veterinária seja sempre essencial. Os custos também tendem a ser menores em comparação com os da abordagem cirúrgica.

Em contrapartida, esse tipo de tratamento exige bastante disciplina e disponibilidade por parte dos tutores, já que os cãezinhos precisam ser supervisionados para garantir o tempo de repouso e receber as medicações nos horários certos. 

Tratamento cirúrgico: quando a hérnia é mais grave

Quando o quadro clínico do cãozinho é grave, ou quando o tratamento conservador não é suficiente para dar conta do problema. Uma intervenção mais invasiva pode ser necessária. É aí que entra o tratamento cirúrgico.

Como funciona?  

Consiste em um procedimento cirúrgico que visa remover o conteúdo cartilaginoso responsável por pressionar os nervos e a medula.

Hoje em dia, muitas cirurgias são feitas com técnicas modernas e seguras, embora não estejam 100% livres de riscos. Como em todo procedimento dessa natureza, os cuidados pós-operatórios são essenciais para a eficácia do tratamento.

Quando é indicado?

O tratamento cirúrgico é recomendado para cães que apresentam sintomas mais limitantes, como paralisia, dor intensa e contínua ou perda do controle urinário e fecal.

Quais são as vantagens e desvantagens?

Em comparação com a abordagem conservadora, o tratamento cirúrgico pode resolver o problema mais rapidamente. Ele também aumenta as chances de recuperação total nos casos de hérnias graves e evita sequelas neurológicas (quando o procedimento é realizado a tempo).

Por outro lado, todo processo que envolve cirurgias e anestesias tem um certo grau de risco, e o tratamento cirúrgico para hérnia de disco em cachorro não é diferente. Além disso, é um protocolo que exige cuidados especiais no período de recuperação (pós-operatório) e tem custos mais elevados.

Tratamento cirúrgico x tratamento conservador: qual escolher?

A escolha da melhor abordagem para tratar a hérnia de disco em cachorro depende de muitos fatores, como a gravidade do quadro, histórico de saúde e estado geral do pet.

Por isso, só um veterinário ou veterinária de confiança pode te dizer qual é o protocolo mais adequado para o caso do seu cãozinho. Em alguns casos, o tratamento começa conservador e, se não houver melhora, a cirurgia entra em jogo.

De qualquer forma, o primeiro passo é sempre buscar acompanhamento especializado para garantir os cuidados ideais para o seu melhor amigo.

Independentemente do caminho escolhido, as consultas de monitoramento regulares são fundamentais! Além disso, pode ser necessário adaptar a casa, controlar o peso do pet e manter uma rotina de exercícios leves para evitar recaídas.

Com o tratamento adequado e bastante carinho, muitos cães conseguem voltar a ter uma vida ativa e feliz!

Hérnia de disco em cachorro pode matar?

cachorro no veterinário

Essa dúvida é assustadora para muitos tutores (e com razão). A hérnia de disco em cachorro pode, sim, ter consequências graves se não for diagnosticada e tratada a tempo. 

Nos casos muito graves, ela pode levar à paralisia permanente, infecções recorrentes (por conta da incontinência urinária, por exemplo) e dor crônica. Em situações extremas ou quando os sintomas são negligenciados por muito tempo, os impactos na qualidade de vida dos cães podem se tornar irreversíveis e os vets podem ter que recomendar a eutanásia.

Mas calma: isso não significa que todo caso de hérnia de disco em cachorro é fatal. Muito pelo contrário! A maioria dos cães se recupera bem com tratamento, seja ele conservador ou cirúrgico, principalmente quando o problema é detectado logo no comecinho.

O grande perigo está em ignorar os sinais ou atrasar as visitas ao veterinário. Quanto mais cedo for iniciado o tratamento, maiores as chances de recuperação total e menor o risco de sequelas.

Quando procurar ajuda veterinária para hérnia de disco?

A regra de ouro para os tutores de pets é: na dúvida, providencie logo uma consulta veterinária! 

Quando o assunto é hérnia de disco em cachorro, o tempo é um fator crucial: quanto mais cedo vier o diagnóstico, maiores são as chances de recuperação e menores os riscos de complicações graves.

Busque uma avaliação especializada assim que possível caso note que o seu cãozinho vem apresentando sinais como:

  • Desconforto ou dor persistente: seu cachorro começou a chorar quando sobe no sofá, parece estar evitando correr ou ficou mais quietinho de repente? Pode ser dor!
  • Dificuldade para andar ou falta de coordenação: caminhar de forma “desengonçada” ou com rigidez nos movimentos, tropeçar, cambalear, arrastar as patinhas e cair “do nada” são possíveis indicadores de que tem algo de errado com os nervos.
  • Sensibilidade ao toque: se o cãozinho chora, rosna ou tenta se afastar quando você toca nele (especialmente nas costas, pescoço ou patinhas), é um sinal de alerta.
  • Fraqueza nas patas (geralmente traseiras): o pet tem demonstrado dificuldade para sustentar o peso do corpo ou parece mais “mole” ao caminhar? Então é hora de procurar ajuda especializada!
  • Paralisia, mesmo que parcial: qualquer perda dos movimentos, por mais que seja temporária, exige atendimento imediato. Nesses casos, pode correr pro consultório do vet!
  • Incontinência urinária ou fecal: caso o pet comece a fazer xixi ou cocô sem controle, pode ser que a hérnia esteja afetando os nervos responsáveis por essas funções.
  • Mudanças de comportamento: apatia, inquietação, agressividade repentina e perda de apetite podem indicar que o pet está sentindo dor. Se o seu cachorro sempre gostou muito de carinho e de repente passou a evitar contato e se esconder pelos cantos da casa, por exemplo, reforce a atenção! Qualquer alteração nos padrões de comportamento habituais do bichinho merece investigação.

Além do exame físico, o médico-veterinário pode solicitar exames de imagem, como raio-x, tomografia ou ressonância magnética durante a avaliação. Só assim é possível confirmar o diagnóstico, entender o grau da lesão e definir as possibilidades de tratamento.

Resumindo: nunca deixe a saúde do seu melhor amigo para depois! Ao menor sinal de problema, é melhor agendar logo uma consulta.

Como prevenir hérnia de disco em cachorros?

Prevenir é sempre melhor do que remediar, né? 

Felizmente, dá para minimizar os riscos de desenvolvimento da hérnia de disco em cachorro com algumas precauções simples. São atitudes do dia a dia que podem ajudar a manter a coluna do seu peludo sempre saudável e evitar o surgimento desse problema doloroso.

Confira algumas dicas de cuidados preventivos que fazem toda a diferença:

  1. Controle o peso do seu pet: cachorros com sobrepeso sofrem com mais pressão na coluna e nas articulações. Por isso, uma alimentação balanceada, de preferência com ração seca de alta qualidade e em quantidades equilibradas é essencial para evitar o ganho excessivo de peso.
  2. Promova exercícios físicos regulares: uma musculatura forte ajuda a proteger a coluna. Por isso, caminhadas diárias, brincadeiras e atividades físicas moderadas são grandes aliadas na prevenção da hérnia de disco.
  3. Evite pulos e quedas: se o seu cãozinho tem o hábito de pular do sofá ou da cama, invista em rampas ou escadinhas para minimizar o impacto da locomoção. Saltos repetidos e quedas podem lesionar os discos intervertebrais.
  4. Tenha cuidado com superfícies escorregadias: pisos muito lisos aumentam o risco de escorregões e traumas na coluna. Tapetes antiderrapantes em locais por onde o pet circula muito são boas pedidas.
  5. Faça acompanhamento veterinário regular: consultas de rotina ajudam a identificar qualquer sinal precoce de problemas na coluna ou em outras áreas da saúde. Então nada de deixar os check-ups veterinários de lado!
  6. Invista em fisioterapia preventiva: para cães com histórico familiar de hérnia ou que pertencem a raças predispostas, a fisioterapia pode fortalecer a musculatura e melhorar a mobilidade, e você não precisa esperar o problema aparecer para iniciar as sessões.

Seguindo essas dicas, você ajuda a conservar a integridade da coluna do seu pet por muito mais tempo e garante a qualidade de vida que ele merece!

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Raças mais propensas à hérnia de disco canina

Algumas raças de cachorro têm maior predisposição a desenvolver hérnia de disco, especialmente aquelas que têm corpo alongado e patas curtinhas, uma constituição física que tende a deixar a coluna mais vulnerável. 

Essas raças são chamadas de condrodistróficas e costumam apresentar degeneração dos discos mais cedo na vida. A hérnia é um problema bem frequente em cães como:

  • Dachshund (teckel): o adorado “salsichinha” é famoso pela coluna alongada, característica que aumenta a pressão nos discos intervertebrais;
  • Basset hound: outro cãozinho de corpo longo, pernas curtas e peso considerável, que pode favorecer lesões na coluna;
  • Pequinês: apesar do tamanho pequeno, pode apresentar hérnia de disco por fatores genéticos e de estrutura óssea;
  • Lhasa apso, poodle, cocker spaniel e shih tzu: raças com predisposição natural a problemas na coluna de maneira geral, incluindo hérnias;
  • Bulldog (inglês e francês): pode estar mais suscetível ao desenvolvimento de hérnias por conta da conformação física e da distribuição do peso pelo corpo. Alguns bulldogs também têm tendência à obesidade, o que representa mais um fator de risco.

Se você tem um cãozinho de uma dessas raças, o ideal é redobrar os cuidados: evitar excesso de peso, investir em exercícios controlados e fazer acompanhamento veterinário frequente.

Mas vale lembrar que a hérnia de disco pode acontecer em qualquer cão, independente da raça ou porte! Prestar muita atenção nos sinais é sempre a melhor forma de proteger seu amigo.

A hérnia de disco em cachorro é um problema sério, mas com diagnóstico precoce, tratamento adequado e muito cuidado, seu peludo pode ter uma vida confortável e feliz! 

E para ajudar na recuperação e no conforto do seu amigo, a Petlove conta com uma seleção incrível de produtos que fazem toda a diferença na rotina de cuidados: tem medicamentos anti-inflamatórios, acessórios que facilitam a locomoção no dia a dia (como rampas e escadas para pets), suplementos para conservar a saúde das articulações e muito mais.

Ah, e vale lembrar que o Plano de Saúde Petlove oferece cobertura para consultas, exames, internações e tratamentos, tudo pensado para que seu pet tenha sempre o melhor cuidado, sem apertar o seu bolso. 

Se tem pet, tem que ter! 💜

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Por Juliana Melo

Pernambucana arretada, nerd das palavras e apaixonada por memes de bichinhos. Sou graduada em Letras e tenho os dois pés no mundo tech! Minhas especialidades são UX e estratégia de conteúdo para SEO, mas também faço bico de fotógrafa particular das minhas duas felinas, Luna e Lucy.

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17 comentários

  1. Ana Diva disse:

    Muito esclarecedoras suas informações
    Admiro pessoas que buscam ser uteis aos demais.Parabéns

  2. Sonele Fábia disse:

    Ganhei um pet da raça shitsu, nasceu com hérnia diafragmática congênita. Ele só tem 50 dias. Levei na veterinária e ela disse q só cirurgia. Ele só pesa 200 g. Posso operar?

  3. Anônimo disse:

    Obrigada

  4. Sandra disse:

    Boa noite!!
    Me chamo Sandra e Submeti minha gata a uma castração e depois de mais ou menos um ano da cirurgia notamos uma hérnia. Gostaria de saber a urgência /emergência nesse caso, quais os riscos e sequelas?? Destacando que ela apesar de comer bem e não mudar seus hábitos ta perdendo mto peso!! Agradeço desde já!!

  5. Rose disse:

    Olá! Um filhote de gato, com aproximadamente 2 meses e com menos de 1 kg pode se submeter à cirurgia de correção da hérnia umbilical?

  6. Katiane disse:

    Boa noite, castrei meu cão a exatos 45 dias, agora apareceu um furúnculo e a veterinária acha que é uma hérnia o que faço?

  7. Anônimo disse:

    Nada de respostas 🙁

  8. Gustavo disse:

    Queria saber se a possibilidade da hernia desaparecer o “inchaço” com o tempo

  9. Izabel sidny disse:

    Castrei minha gatinha e depois de dois mês de castração apareceu nela uma enia o que fazer?

    1. Gabriela disse:

      Oi minha gatinha também foi castrada e uma semana depois apareceu uma hérnia nela ainda nao levei ao vet só posso na semana quee vem, mas ela não apresenta dor nem nenhum sintoma, gostaria de saber se esta tudo bem com a sua gatinha e se ela precisou fazer cirurgia.

  10. anonimo disse:

    olá! castrei minha gatinha de 5 meses e com três dias apareceu um caroço em cima da cirugia ,acho que seja uma hérnia umbilical. O que devo fazer? pois é a segunda vez que acontece ela já tomou anestesia duas vezes , pois depois da castração apareceu esse caroço ai eu levei a médica dai ela fez outra cirugia e agora apareceu de novo

  11. Eloiza disse:

    Minha Gatinha foi castrada na zoonose dia 03/04/2017,e apareceu uma hernia no local da incisão.Desaparece com o tempo ou tem de fazer procedimento cirurgico?

  12. Patrícia disse:

    Oi, me chamo Patrícia….Entao tenho uma maltês , ela ter hérnia e ta meia estranha ultimamente! Ela ta tá se tremendo, com Falta de apetite, e não esta muito ativa! A região onde fica a Hérnia tá bem Vermelho… Oque eu faço ?

    1. Anônimo disse:

      Leva no Médico veterinário.

  13. Dina disse:

    Tenho um cão de raça indefinida, com 5anos,que está doente com uma hérnia na coluna, pois ficou paralisado das patas de trás, e tem dores eu agradecia que me informa-se se ele volta ao normal,se é só uma crise, pois o tratamento que fez foram duas injecções mais nada e repouso.

  14. Anônimo disse:

    Obrigado pelo esclarecimento …

  15. fatima teixeira disse:

    bom dia, tenho um cão com 5 anos que foi operado á 4 dias mas continua a dar poucos sinais de recuperação principalmente na pata traseira direita. este tempo de espera é angustiante gostava de saber se é normal depois deste tempo ele ainda não ter reagido melhor.

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