Leishmaniose canina

Leishmaniose

A leishmaniose canina, também conhecida por calazar, é uma zoonose, ou seja, atinge os animais e os humanos. É causada por diferentes espécies de protozoários do gênero Leishmania, transmitidos aos homens e animais por meio de um mosquito chamado flebótomo, popularmente conhecido como mosquito-palha, que está frequentemente presente em regiões quentes e úmidas. Os cães, as raposas, os roedores e os equídeos são considerados reservatórios dessa doença, que recentemente foi descrita em gatos domésticos (Leishmaniose Felina). A Leishmaniose é transmitida ao homem por meio da picada do mosquito, após ter picado um animal infectado. É importante ressaltar que a leishmaniose não tem cura e pode colocar a vida do seu cão em risco.

As fêmeas do mosquito-palha aparecem pela manhã e na parte da tarde, sempre rondando pessoas e animais para alimentar-se de sangue. No Brasil, a região Nordeste é considerada a principal área endêmica da doença, porém, existem casos em todo território nacional.

Sintomas da leishmaniose

Alguns sintomas da Leishmaniose nos animais são:

  • Enfraquecimento do pelo
  • Ferida no focinho
  • Apatia
  • Perda de peso
  • Aumento do volume abdominal.

No entanto, muitas vezes o animal pode não apresentar nenhum sintoma. Somente um exame específico pode confirmar se o animal está infectado ou não. No homem, os sintomas podem ser escamação da pele em volta da boca e couro cabeludo, com surgimento de pequenos abcessos na superfície do crânio. O diagnóstico pode ser comprovado através de exames de sangue.

Combatendo a leishmaniose

Para evitar a propagação da Leishmaniose, aconselha-se primeiramente evitar a proliferação do mosquito-palha, mantendo o ambiente limpo, livre de entulhos e acúmulo de lixo. Higiene e limpeza são fundamentais para diminuir a incidência do mosquito-palha. O uso de telas em portas e janelas também é recomendado. Outra dica é passear com o seu cachorro durante o dia, já que os mosquitos são mais ativos na parte da noite.

Para proteger seu cachorro, já existem no mercado produtos que afastam os mosquitos transmissores, como a coleira Scalibor®, única coleira com eficácia comprovada em mais de 30 estudos científicos publicados (veja a coleira aqui). Além disso, a vacinação dos animais a partir dos quatro meses de idade é altamente recomendada nas áreas onde há grande ocorrência da doença, sendo necessárias três doses, com intervalo de 21 dias entre elas, e reforço anual da imunização. Para a proteção humana, é recomendável a utilização de repelentes à base de citronela.

Coleira Scalibor – única coleira que previne a leishmaniose

A coleira Scalibor® deixa longe os mosquitos transmissores da doença e reduz o risco de transmissão em seres humanos. Possui um potente inseticida (deltametrina), que repele e mata o mosquito transmissor da leishmaniose e é liberado lentamente na pele do cachorro, para que ele fique sempre protegido. Não tem cheiro, mantém sua eficiência mesmo em presença de água e auxilia no controle de carrapatos, pulgas e moscas. Saiba mais sobre ela aqui.

Apesar de não existir cura para a Leishmaniose nos animais, existe tratamento para a doença no homem. Para um animal diagnosticado com leishmaniose, a legislação brasileira não permite a administração de medicamentos para Cães ou medicamentos para Gatos que não estejam licenciados pelo Ministério da Agricultura para esse tipo de tratamento, sendo recomendação do Ministério da Saúde que o animal infectado seja recolhido e eutanasiado para evitar a proliferação do protozoário. A prevenção é a única solução para proteger seu pet da Leishmaniose.

Sobre o autor

Luisa Russo

Luisa Russo

Jornalista, editora do Dicas Pet Love e mãe de 2 cachorros e 1 gato, é lembrada pelo seu amor declarado por brigadeiro e pets, não necessariamente nessa ordem.
Dizem que sua personalidade é muito parecida com a de seus cães e gato: é curiosa, adora experimentar receitas novas e, na lista de suas atividades preferidas quando tem algum tempo livre, comer e dormir ocupam as primeiras posições!

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