Por que o cão é a cara do dono?
Você já ouviu essa frase antes: o cão é a cara do dono? Mas será que existe alguma verdade nela, ou será que é apenas uma expressão? Hoje, vou te explicar razões pelas quais alguns cães são, de fato, parecidos com seus donos em alguns afetos.
Para começar, de forma simples, vou explicar o porquê dos 3 fatores que influenciam o comportamento dos cães, 2 estão sob responsabilidade direta das pessoas. Vamos lá:
O comportamento dos animais é influenciado pela GENÉTICA, pelo AMBIENTE e pelo APRENDIZADO. A genética é algo hereditário, que passa de uma geração para outra. É influenciada pelos pais do cão e não temos nada a fazer após a concepção do futuro cãozinho. Já os outros 2 fatores estão sob influência diretas das pessoas e é aí que começamos a formar cães com a ‘nossa cara’.
Por que o cão é a cara do dono?
Concorda que são as pessoas as responsáveis pelo ambiente onde o cão vive? Um ambiente previsível, calmo, equilibrado terá influência direta na vida do cão. De forma oposta, um ambiente incoerente, raivoso e agitado exigirá do cão comportamentos adaptativos para que se adeque a este contexto. Também são as pessoas as responsáveis pelo aprendizado do cão. Se ele late e ganha um biscoito, se ele pula na visita e ganha atenção ou se ele puxa a guia e, mesmo assim, consegue se aproximar do seu objetivo, é pouco provável que o cão apresente um comportamento no sentido oposto.
Porém, se existir coerência de todos da casa em relação ao que pode e o que não pode fazer, são grandes as chances dele demonstrar um comportamento equilibrado e desejável ao longo da sua vida.
Agora, imagine um cão que é super ativo (genética), e vive numa família grande que adora festas (ambiente) e pode fazer o que tiver vontade sempre que quiser (aprendizagem). Este cão realmente será a cara do dono: agitado, festeiro e com poucas regras a seguir. Vamos, agora, imaginar um cãozinho medroso (genética), que vive numa casa com constantes situações de conflito entre as pessoas (ambiente) e que é punido sempre que faz algo supostamente errado (aprendizagem). O que teremos é um cão com comportamento inseguro, tímido e reativo.
São inúmeras as possibilidades de composição destes três itens. Mas devemos lembrar que temos relação direta com 2 deles. É mais do que suficiente para termos um cão com a nossa cara.
A minha adora dar pular nas visitas, virar a lata de lixo e estar sempre em movimento. Será que sou assim? 🙂 E o seu, como é?
Renato Zanetti





Tenho 2 um macho e uma femea castrada e aqui em casa eles ñ são adestrados o quintal e deles e o passeio
Adorei. É assim mesmo, tenho 3 meninas. E concordo plenamente com vc. Boa tarde
Eu e meu marido temos a Odette Roittmann ela é castrada tem uma filha gata e 4 netos gatinhos,ela é uma mescla de mim e do meu marido.E a filha dela é igualzinha ela em alguns comportamentos.
Eu tenho Bruce Wayne, um pastor alemão. Ele é igualzinho a mim. Ciumento, hiperativo, dorminhoco e de pouca conversa. Rsrsrsrs. Não dá moral pra ninguém, a menos que goste muito. Rsrsrsrs. Essa sou eu, esse é o Bruce!
Eu tenho tres cadelas: Bebel (Cara de vaca / dominante), Olga (super-garota / mulher irritante) e a filhote Rebeca (rebecão). As três gostam de rir e fazer festas. Belinha me imita, pegando a pata como se quisesse dizer “vem aqui, vem”, mas tem horas que as três mudam de comportamento. Acho que elas são assim por minha causa rsrs.
Tenho o Frederico, lindo e cabeludo que nem a mãe dele. Só gosta do carinho da mãe, não fica no colo de estranhos a não ser do papai as vezes e da vovó.
É calminho, porém teimoso somos espelho um do outro…
Eu tenho uma Boxerde 6 anos, a Pedrita, agitada por natureza brinca muito com brinquedos e pessoas, mas muito muito obediente e carinhosa, adora companhia, deixa de passear para ficar comigo. Ela é muito elogiada pelos vizinhos, pois quase não late e não sai na rua sem autorização (detalhe não tenho portão na frente de casa).
NINNA, é tranquila, tem os nossos hábitos. Não gosta de barulho e late toda vez que ouve algo diferente, até no vizinho. Tínhamos problema para ouvir o interfone, que acabou, porque ela ouve e dá o sinal pra nós. Tem apenas um ano. Aprendeu tudo direitinho. Não é de estragar nada. Mas dorme com o “papai”, e ronca junto com ele. Quando “suja” fora do lugar, vai logo pra caminha e fica esperando a bronca.