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Por que os pets são proibidos na maioria das praias?

A gente se acostumou a ver nos filmes aquelas cenas lindas com cachorros correndo livremente pela praia, brincando na areia e depois nadando no mar, por isso, queremos fazer o mesmo com os nossos pets, mas a verdade é que repetir as cenas da ficção não é tarefa fácil nas praias brasileiras.

Cachorro brincando na areia

Primeiro porque é a Lei Municipal que determina se a praia pode ou não receber pets. Então, antes de preparar o seu bichinho para dias de brincadeira na areia, certifique-se que a praia escolhida está liberada legalmente para o peludinho. No Rio de Janeiro, por exemplo, apenas em outubro do ano passado entrou em vigor uma Lei permitindo que os cães pudessem frequentar as praias – desde que com a utilização de guia e que o responsável porte um certificado de vacinação e vermifugação.


O assunto gera discussão entre as pessoas, umas são contrárias à presença de animais, enquanto outras não veem problemas em dividir o espaço de lazer com os pets. O fato é que quem tem um bichano em casa pelo menos uma vez já cogitou levá-lo para um passeio à beira-mar.

Um dos principais motivos de preocupação com a presença de cães e gatos na praia é porque as fezes dos bichinhos podem conter algum tipo de verme que transmite doenças para os humanos. Por isso, tão importante quanto falar em liberação de pets nas praias é ressaltar a importância da conscientização dos pais sobre os cuidados com higiene dos bichanos em locais públicos.

Se você é pai ou mãe de pet e quer levar seu filho para este tipo de passeio, cuide dos detalhes para que o bichinho e as demais pessoas possam curtir a praia tranquilamente. Veja abaixo algumas de nossas dicas:

Não vamos a la playa

Você melhor do que ninguém conhece o seu pet e é capaz de saber suas vontades. Se em casa o seu filho de quatro patas não curte muito ficar exposto ao calor e fica desconfortável quando está em contato com o sol ou mormaço, nem adianta levá-lo pra praia, certo? Os gatos até apreciam os banhos de sol, mas pra eles nada melhor do que o conforto e a segurança do lar. Nem mesmo a brisa do mar será capaz de aliviar o estresse que uma praia causará no felino.

Pets e praias: saúde em dia 

Quando você vai frequentar a piscina do clube não tem que fazer aquele check-up? Então, com o pet a história é parecida. Leve-o para fazer uma visita prévia ao médico veterinário, que analisará o atual estado de saúde do animal e verificará a presença de algum parasita. Não esqueça de certificar-se de que a carteira de vacinação também esteja em dia.

Pets e praias: lado a lado

A guia não pode ser esquecida, mesmo que seu filho seja super comportado e obediente. Como a praia costuma ser um local de bastante movimentação, mantenha seu bichinho sempre por perto para evitar que ele se perca.

Um olho no peixe e outro no… 

Bom, nesse caso não precisa completar a frase do jeito padrão, afinal, como já comentamos, o gato dificilmente curte um passeio ao ar livre. Mas se for levar seu cãozinho para dividir o guarda-sol com você, mantenha os olhos nele o tempo tempo. O ambiente da praia vai oferecer diversas “tentações” a ele, e algumas podem ser bem perigosas. Da porção (oleosa) de frango do vizinho, até a presença de outros animais ao redor, preste atenção aos movimento do cachorrinho para evitar qualquer problema. 

Pets e praias: alimentação e higiene

Quando levar o seu peludinho pra praia, planeje-se para ficar por pouco tempo, escolhendo o melhor horário para que o bichinho não sofra com o calor intenso. Porém, mesmo que o passeio seja por um período curto, não abra mão de estar preparado para dar conta de atender todas as necessidades do animal, como por exemplo, a alimentação (lembre-se da hidratação do animal), o uso de protetor solar específico e, claro, de recolher toda a sujeira que ele fizer.

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Sobre o autor

Jade Petronilho

É jornalista por formação e comportamentalista veterinária por paixão. Desde criança é a "louca dos bichos", por isso resolveu estudar medicina veterinária, etologia e nutrição animal, mas ainda pretende, um dia, fazer zootecnia. Atualmente tem dois cachorros, três gatos e oito peixes, mas além de cães, gatos e peixes, também já foi tutora de um coelho, três periquitos, dois porcos da índia, dois pintinhos e três cabritos. Hoje, é Coordenadora de Conteúdo Veterinário da Petlove&Co.

35 Comentários

  • Acho uma besteira não poder levar pet para a praia ainda mais quando nos, tutores, cuidamos da melhor forma possível da saúde deles. Eu tenho um cachorro e gostaria de levá-lo em um fim de tarde. Ele é extremamente manso e saudável. Os humanos apresentam mais risco do que ele.

  • No meu ponto de vista deve ser demarcado inclusive com placas os lugares onde os pets podem circular livremente, quem não gosta da presença deles na areia vai abrir seu guarda-sol longe dali, outra coisa, o dono sabe que o pet não morde mas os banhistas principalmente com criancinhas não sabem disso, aí o Pedro se aproxima de um bebezinho de 2 anos eu não ia esperar a reação do pet pagar para ver o que ele iria fazer com minha bebê de 2 anos eu ia defender a criança antes, talvez poderia machucar o bichinho e a confusão eatá formada por isso precisa ter lugar certo vamos evitar problemas o mundo tá cheio!!!!

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