Reino Unido prepara cachorros para detectar coronavírus em aeroportos
Lembra que há um tempinho nós contamos que a entidade britânica Medical Detection Dogs estava preparando cachorros para farejar pessoas infectadas pelo COVID-19 em pacientes hospitalares? Pois então, a detecção canina parece ter se mostrado realmente eficiente e o Reino Unido também está treinando cachorros para trabalharem em aeroportos.
Por enquanto, seis cachorros especializados em biodetecção estão participando de treinamentos na Inglaterra – que consiste em receber meias e camisetas de voluntários que já tiveram ou não a doença – para aperfeiçoarem a habilidade de identificar o odor exalado pelas pessoas infectadas pelo coronavírus.
Detecção já acontece na Finlândia
A ideia de utilizar cachorros para ajudar a identificar pessoas infectadas pelo vírus da pandemia em aeroportos começou em Helsinque, na Finlândia. Por lá, 16 cachorros farejadores já revezam em turnos para conferirem se há ou não a presença do coronavírus humano nos passageiros que desembarcam no País.
Por enquanto, não há contato direto entre cachorro e pessoas. A equipe de segurança do aeroporto esfrega um pano na pele dos passageiros e depois submete à avaliação dos peludinhos, que ficam separados por cabines. Em até sete minutos, os cachorros fazem a avaliação e aquelas pessoas consideradas “suspeitas” pelos pets são encaminhadas para fazerem uma verificação adicional.
“Estamos entre os pioneiros. Até onde sabemos, nenhum outro aeroporto tentou usar a detecção de odor canino em uma escala tão grande contra a Covid-19. Este pode ser um passo a mais no caminho para vencer o vírus“, disse a operadora aeroportuária finlandesa Finavia, em recente entrevista.
A Universidade de Helsinque declarou que com base em pesquisas, os cachorros podem detectar a presença do coronavírus humano com quase 100% de eficácia, graças ao olfato poderoso dos bichinhos!


