Réveillon: dicas para proteger seu gatinho dos fogos de artifício

Assim como os cães, os gatos também não gostam de fogos de artifício. Geralmente, os bichanos demonstram muito pavor e acabam, a maioria das vezes, se escondendo por causa do medo. O barulho de chuva, queda de pressão atmosférica antes das tempestades e até flashes de luz já são suficientes para causar a ansiedade no bichano. Portanto, festas de fim de ano não são tão bem recebidas.

 

Estudos mostram que a audição de gatos são mais aguçadas em comparação com a dos humanos. As pessoas são capazes de captar frequências sonoras entre 20 e 20.000 Hertz, enquanto os felinos possuem uma capacidade extremamente maior: entre 45 e 60.000. Concluindo: o que para nós pode ser apenas um ruído alto, para eles pode ser um barulho assustador!

Outra coisa que faz com que os gatos sejam ainda mais sensíveis aos fogos é o fato de que suas orelhas são dotadas de mais de 10 músculos, permitindo movimentá-las em várias direções, captando sons com muito mais rapidez que nós. 

Pensando nisso, separamos algumas dicas fundamentais para você, Petlover, proteger seu bichano dos fogos de artifício do Réveillon.

 

Familiarização

Primeiramente, procure dessensibilizar seu bichano para barulhos altos de forma que se transformem em algo comum para ele. Mas como isso pode ser feito? Simples, através da reprodução, em um volume baixo, de um áudio com fogos de artifício por intervalos curtos de tempo, enquanto você monitora o comportamento de seu peludo.

 

Evite confortá-los

Procure não “consolar” o gato lhe acariciando constantemente, já que ele pode entender que o medo dos fogos de artifício é algo comum, fazendo com que repita o comportamento futuramente. 

 

Lugares altos

Gatos costumam se sentir mais protegidos em lugares altos. Por isso, mostre a ele alguns lugares em que ele possa subir e se sentir mais seguro. Além disso, deixe fácil algo que seja dele, como um brinquedo ou uma manta. 

 

Não repreenda-o

Por último, sua atitude é impulsionada pelo instinto natural, logo não pode controlar. Por isso, repreendê-lo pode fazer com que a situação piore ainda mais. 

 

Sobre o autor

Gabriel Arruda

Gabriel Arruda

É estudante de Jornalismo, apaixonado por animais e esportes. Está sempre em busca de novos desafios, justamente pela curiosidade que o toma conta. Pai de um Beagle chamado Johnny, mais conhecido como "o Destruidor".

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