As ilhas de gatos mais famosas do Japão

No texto sobre os países mais catfriendly do mundo, o Japão ficou em primeiro lugar. Não é para menos: a terra da Hello Kitty conta com 13 ilhas em que a proporção de gatos é maior que a de humanos. Entre as ilhas de gatos, a mais famosa é a Aoshima, que tem seis gatos para cada morador. Esses lugares são o paraíso dos gateiros e a gente separou aqui as melhores ilhas para visitar para ver essa enchente de felinos de perto.

Aoshima

A ilha tem 20 moradores e aproximadamente 120 gatos. Os miaus foram levados com o objetivo de acabar com a superpopulação de ratos no local. E ficaram. E se multiplicaram. E hoje são os xodós do local que, apesar de ser super visitado por turistas, não tem hotéis e restaurantes, já que se trata de uma comunidade pesqueira. Localizada na províncie de Ehime,  a ilha só é acessível por balsa.

Enoshima

Entre as ilhas de gatos, essa é a mais acessível por ser perto de Tóquio, a ilha fica na província de Kanagawa e tem milhares de miaus. O local é uma área de turismo badalada e tem, além dos felinos, é claro, praias, cavernas, santuários, museus e outras atrações.

A população de gatos começou a crescer em 1980 e atualmente os milhares de gatos podem ser encontrados em todos os cantos da ilha. Eles são alimentados por moradores locais e visitantes e é possível até doar dinheiro para ajudar a alimentá-los.

Kadarashima

Não basta ter muitos gatos para estar entre as ilhas de gatos, essa aqui tem até uma lenda! Dizem na região que um cão ganhou a ira da divindade do santuário Yasaka de Kadarashima. Com isso, a espécie foi expulsa da ilha e com o local completamente ausente de cães, os gatos tornaram-se os principais animais de lá. Dizem até que os gatos entraram em uma nova fase da evolução felina e aprenderam alguns trejeitos humanos.

Para conferir outras ilhas de gatos no Japão, clique aqui.

Sobre o autor

Larissa Moreira

Larissa Moreira

Larissa tem quatro miaus: Câmara, Ação, Gravando e Clica Fora, está no quarto ano de jornalismo da Faculdade Cásper Líbero, é apaixonada pela língua alemã, livros de fantasia, chá de camomila e pelos seus quatro bebês (que já nem são mais bebês).

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