Sete sinais de que seu cão idoso pode estar com “alzheimer canino”

Se você está percebendo o seu cachorro com uma ansiedade além do normal, passando algumas noites em claro vagando e uivando pela casa e não respondendo aos seus comandos com a mesma frequência de outrora, siga o nosso conselho e peça ajuda médica veterinária.

Esses são alguns sinais que o seu filho de quatro patas está sofrendo de uma disfunção cognitiva, também chamada popularmente de “alzheimer canino”. E mesmo que o problema não seja esse, é quase certo que o peludinho não está com a saúde em 100% e precisa de ajuda para recuperar seu bem-estar.

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Falando sobre a disfunção cognitiva, ela, assim como acontece entre os humanos, tende a afetar a população mais idosa – no caso os cachorros com mais de oito anos -, e é considerada uma doença progressiva. Estudos revelam que o “alzheimer canino” é causado pelo depósito de amilóide no cérebro, uma proteína tóxica que afeta a função cerebral. E quanto mais amilóide, mais a disfunção cognitiva tende a ser perceptível.

Se não bastasse esse cenário nada bom, a doença também gera preocupações adicionais, já que as células do cérebro começam a morrer, as células nervosas (responsáveis pela comunicação) acabam não funcionando com tanta eficiência e o próprio cérebro acaba diminuindo de tamanho. 

Por se tratar de uma doença que avança com o tempo, quanto antes o médico veterinário for acionado, maiores são as chances do seu pet ficar bem. Veja sete sinais de denunciam que o seu cão idoso pode estar com disfunção cognitiva:

  • Vocalização excessiva à noite (uivos, latidos e outros sons)
  • Não reconhecer pessoas e lugares
  • Parecer desorientado, olhando pro nada
  • Se mostrar bem mais ansioso
  • Fazer necessidades em locais inapropriados
  • Ser mais agressivo
  • Esquecer comandos e palavras que seguiu a vida toda

Uma vez diagnosticada a doença, siga as orientações dadas pelo médico veterinário – que pode incluir medicamentos e ajustes na alimentação – e combine com a família uma maneira de que o bichinho possa estar sempre na companhia de alguém. Um médico veterinário especialista em comportamento animal também será de grande ajuda para contribuir com dicas de como cuidar ainda melhor do seu peludinho.

Claro que há maneiras de prevenir a disfunção cognitiva. Além de realizar os check-ups periódicos, aposte nos exercícios mentais e no enriquecimento ambiental para manter a saúde mental do seu cachorrinho em dia. Reserve um tempo diário na sua agenda para ensinar truques novos ao seu parceiro, ofereça diferentes brinquedos (e brinque junto!), tenha comedouros lentos e estimule os exercícios de caça ao petisco. Assim, você terá um bichinho mais saudável e, de quebra, mais feliz!

Sobre o autor

Anderson Mafra

Anderson Mafra

Jornalista apaixonado por animais, comunicação, música e não perde um concurso cultural (na verdade já perdeu vários). Curioso de mão cheia, quer saber sempre mais e compartilhar conteúdo, dicas e curiosidades do mundo pet. É um petlover assumido, sem chance de reabilitação.

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