Novo membro na família: passo a passo para acostumar um gato com outro
Veja nosso guia completo de como acostumar um gato com outro e acerte na hora de receber o novo pet na sua casa!
Adotar um novo bichano é uma atitude incrível e que com certeza trará mais felicidade para toda a sua família. Porém, se você já tem um gatinho em casa, é preciso tomar muuuuito cuidado, pois diferentemente de cães e humanos, os felinos, na maioria das vezes, não aceitam tão bem a ideia de dividirem o mesmo espaço com outro da mesma espécie. É aí que precisamos nos preparar e entender como acostumar um gato com outro.
Nós vemos o novo gato como um irmãozinho para o anfitrião, mas não é bem assim que eles enxergam essa situação. A casa é um espaço já dominado pelo felino antigo, por isso, introduzir o novo bichano de modo errado pode causar uma disputa territorial.
Para te ajudar a fazer uma adaptação de gatos mais fácil e certeira, separamos diversas dicas incríveis. Confira nosso post e fique preparado para essa nova etapa da vida da sua família!

Antes de adotar outro gato, entenda se é possível
Quando tomamos a decisão de adotar um novo gato, já havendo um (ou mais) felinos na residência, precisamos estar cientes de que essa decisão é nossa, e não do gato.
As chances de sucesso (ou não) em um processo de adaptação dependem de diversos fatores:
- Temperamento e histórico do gato residente e do novo gato (o que eles já viveram anteriormente, possíveis traumas, etc.);
- Idade dos gatos;
- Se há espaço suficiente para que os recursos dos gatos estejam em abundância;
- Disposição e paciência de todos os membros da família para seguir com o protocolo de adaptação.
Por isso, é fundamental pensar muito bem antes de adotar mais um gato, pois uma introdução feita de forma inadequada pode causar traumas, problemas comportamentais e estresse para todos.

Cuidados ao acostumar um gato com outro
Gatos nunca devem ser introduzidos e apresentados uns aos outros de maneira abrupta, frente a frente. Diferentemente dos humanos e cães, que são espécies mais sociáveis, os gatos são mais exigentes e seletivos.
Aparecer com um gato novo na frente do seu, com certeza, pode ser muito ameaçador, causando medo, ansiedade, agressividade e até traumas — tanto para os gatos quanto para você.
É claro que existem exceções, mas, na grande maioria das vezes, esse tipo de apresentação pode dar errado, já que o felino pode ver o novo membro da família como um invasor.
O processo de acostumar um gato com outro pode levar meses e exige muita paciência e cautela. Por isso, aqui vão alguns cuidados que você precisa ter antes de começar o protocolo de adaptação de gatos:
Gatos são territorialistas
Para quem não sabe, os gatos são bastante territorialistas e, por isso, alguns não aceitam tão bem a ideia de dividir o ambiente com outro felino. A natureza comportamental deles funciona da seguinte forma: as fêmeas cuidam do território e são responsáveis pela criação dos filhotes, enquanto os machos defendem o espaço e os recursos necessários para a sobrevivência.
Duas fêmeas até podem compartilhar o mesmo território, mas dificilmente os machos aceitam fazer o mesmo. Inclusive, quando um macho tenta invadir o território de outro, geralmente eles entram em conflito. Caso a situação não seja resolvida, o gato “perdedor” acaba deixando o local em busca de um novo lar, algo muito parecido com o comportamento dos grandes felinos na natureza.
Por isso, é fundamental ter muito cuidado ao introduzir um novo bichano na família, pois erros nesse processo podem resultar em dois gatos que não se suportam, tendo que dividir o mesmo espaço — o que levará a uma série de desentendimentos ao longo da vida.
Ainda não adotei: é melhor macho ou fêmea?
Ao entender um pouco mais sobre como funciona a sociedade felina na natureza, você já deve ter percebido que a melhor escolha é unir um macho e uma ou duas fêmeas, pois a probabilidade de ocorrer conflitos territoriais é menor.
Ainda assim, se você deseja ter dois machos em casa, saiba que isso é possível, mas será necessário seguir algumas recomendações para evitar desavenças.

Certifique-se do estado de saúde do novo gatinho
Caso você não saiba o histórico de saúde do novo felino – como é o caso dos pets resgatados –, é extremamente importante realizar uma quarentena para que o check-up seja feito.
O novo felino precisa estar com o antipulgas, vermífugo e vacinas em dia, além de não apresentar doenças que possam ser transmitidas ao bichano residente.
Adapte o gato na casa antes
Antes de adaptar o seu bichano ao gato “antigo”, é importante entender que a sua casa também será uma grande novidade para o novo felino. Por isso, você deve separar um espaço exclusivo para ele, que pode ser um quarto, um escritório, ou até um banheiro (caso não haja outra opção).
Esse espaço será a moradia do novo pet durante alguns meses e precisa ter todos os recursos necessários, como:
- Caixas de areia;
- Bebedouros;
- Comedouros;
- Locais para subir;
- Caminha;
- Arranhadores;
- Tocas;
- Brinquedos, etc.
Detalhe importante: o ambiente escolhido para abrigar o novo gato não pode ser o quarto favorito do felino antigo. Com certeza, seu pet não ficaria nada feliz em perder o seu cantinho predileto para o novato.
Além disso, você pode tornar o espaço mais atraente para o felino residente, colocando brinquedos pendurados e um pote de comida do lado de fora, por exemplo. Dessa forma, minimizamos o estresse e promovemos estímulos positivos.
Gatifique sua casa e aumente os recursos
Tanto o ambiente separado para o novo gato quanto o restante da sua casa precisam estar preparados para oferecer bem-estar aos felinos.
Ambos os gatinhos precisam de arranhadores, nichos, pontes, fontes, bebedouros, comedouros, caixas de areia, caminhas e outros recursos necessários, de modo que nenhum precise disputar para ter acesso.
Dê a mesma atenção para todos os gatos
Evite mudar o seu modo de ser com o gato que já estava na casa e sempre o recompense quando ele se comportar bem com o novo irmão.
Carinhos, palavras em tom amigável e até mesmo petiscos podem ser excelentes aliados nese momento, pois isso fará com que ele associe a presença do novo pet a positividade.
Evite dar banho nos gatos
Gatos não precisam tomar banhos, exceto quando há recomendação médica-veterinária, por exemplo. Um dos principais motivos para evitar isso é o estresse que o pet passa, além da perda de seu cheiro característico.
Os gatos têm um cheiro próprio, que funciona como sua identidade. É como se o odor do felino fosse seu “RG”. Por isso, quando um gato é lavado, ele rapidamente começa a se lamber, numa tentativa de recuperar sua identidade.
Isso é extremamente estressante para o felino, e pode ser ainda pior durante o processo de adaptação. O banho é prejudicial até mesmo depois que os gatos já convivem juntos, pois podem se estranhar pela ausência de sua “identidade” olfativa.
Evite brigas entre os felinos
Gatos que se aceitam não devem brigar. Portanto, se notar que, ao avançar nas fases do protocolo, os felinos estão começando a brigar, afaste-os imediatamente. Brigas podem causar traumas, problemas comportamentais e muito estresse, tornando a adaptação ainda mais difícil.
Tenha muita paciência
Como já deu para perceber, acostumar um gato com outro não é fácil nem rápido. Requer tempo e muita paciência. Infelizmente, alguns tutores se deixam levar pela ansiedade, o que pode ser um erro fatal, resultando em dois gatos que não se suportam, tendo que dividir o mesmo ambiente.
Por isso, tenha paciência, respeite o tempo do seu gato e lembra-se de que tudo isso valerá a pena — pois são alguns meses de adaptação, e não uma vida inteira de estresse e brigas.
Se possível, também pode ser uma boa ideia contratar um especialista em comportamento felino, o que geralmente é o mais indicado para realizar a adaptação de forma correta e eficaz.
Como fazer um gato se acostumar com outro
Agora que você já conhece os principais cuidados, vamos abordar como funciona o protocolo de adaptação entre gatos.
Esse protocolo é dividido em três etapas: olfativa, visual e de contato. Cada uma delas é fundamental e deve ser realizada de forma cuidadosa. Veja como funciona:

Primeira etapa: olfativa
Começamos a introdução por meio dos cheiros. O objetivo nesta fase é promover um território seguro para ambos os felinos, já que o cheiro de um felino diferente pode ser extremamente ameaçador para qualquer gato.
Essa é a etapa mais importante do processo e nos ajudará a avaliar a dificuldade da adaptação. Para começar, ao chegar com o novo felino em casa, coloque-o imediatamente no quarto que você separou, sem permitir que o anfitrião o veja.
Esta fase não permite nenhum contato visual entre os gatos e deve durar pelo menos 30 dias. Agora, vamos ao passo a passo:
Deixe o seu gato conhecer o ambiente do novo gato antes
Essa dica vem antes da chegada do novo pet, mas entra na fase olfativa, pois o felino residente pode conhecer o “novo” espaço do futuro irmãozinho e já começar a se habituar a ele.
No entanto, não permita que o anfitrião deixe seu cheiro no ambiente, pois, quando o novo gato chegar, ele pode se sentir ameaçado ao perceber que o local já está “dominando” o território.
Deixe o pet residente chegar perto da porta do quarto do novo pet
Assim que o novo gatinho estiver instalado no quarto, permita que o felino residente chegue perto da porta e observe sua reação. Se o gato antigo não sair de perto da porta, isso pode ser um sinal de que ele está se sentindo ameaçado e inseguro.
Portanto, é fundamental ter muito cuidado nesta fase e, acima de tudo, paciência para que tudo ocorra da melhor maneira.
Faça com que os gatos sintam o cheiro um do outro
Agora a parte mais importante do processo. Os gatos continuarão separados, e você será responsável por misturar os cheiros entre eles, agindo como “mensageiro” dos odores.
Quando os felinos estiverem mais tranquilos e seguros, você pode intensificar essa troca de cheiros, trocando cobertas, panos, brinquedos, potes de água e ração, arranhadores e até as caixas de areia.
Outra sugestão é escovar os dois gatos com a mesma escova, sem retirar o pelo, para que ambos possam sentir o cheiro um do outro.
Use feromônio felino sintético
Os feromônios felinos são substâncias químicas produzidas pelos gatos que desempenham um papel crucial na comunicação entre eles. Esses compostos são liberados por glândulas localizadas em várias partes do corpo do gato, como bochechas, têmporas e queixo.
Esses feromônios ajudam os felinos a transmitir informações sobre seu estado emocional, território e até mesmo sua saúde. Por isso, ao utilizar essas substâncias — seja na forma natural ou sintética — podemos facilitar o processo de adaptação entre gatos.
Existem algumas opções de feromônio felinos sintéticos disponíveis, como o Feliway Optimum, disponível na Peltove. Entre suas diversas utilidades, ele promove o bem-estar, diminui tensões e conflitos, e auxilia na chegada de novos gatos à família.
Portanto, se você deseja aumentar as chances de sucesso na adaptação dos seus gatos, investir no FELIWAY Optimum pode ser uma excelente opção. O produto está disponível em forma de difusor, que pode ser colocado no local onde o gato residente mais gosta de ficar e também no quarto do novo felino.
O uso do FELIWAY Optimum pode reduzir até 70% do nível de estresse dos felinos, tornando o processo de adaptação muito mais positivo e tranquilo.

Troque os gatos de ambiente
Chegou o momento de trocar os gatos de ambiente, mas sem que eles se vejam. Uma sugestão é deixar o gato residente em um cômodo fechado, enquanto o gato novo explora e conhece o restante da casa por pequenos períodos.
Se o gato novo não demonstrar curiosidade para sair do seu quarto provisório e explorar a casa, não force. O tempo e a forma como as coisas acontecem devem ser ditados pelos felinos, e não pelos humanos.
O gato residente também pode explorar o quarto provisório, enquanto o novo gato permanece em outro cômodo. Lembre-se de que é sempre importante permitir que os gatos decidam se querem ou não explorar o novo ambiente.
Se eles aceitarem fazer essa troca, observe as reações de cada um durante essas “visitas”. Elas podem indicar como o processo de adaptação está se desenvolvendo.
Use técnicas de reforço positivo
É importante lembrar que toda essa experiência deve ser positiva e agradável para evitar traumas e possíveis problemas comportamentais. Portanto, promova muitas brincadeiras, momentos de carinho e petiscos (com moderação) para ambos os gatos.
Associe todo o processo a itens e ações que eles possam gostar e nunca os puna caso não façam o que você espera.

Segunda etapa: visual
Chegamos à fase que muitos tutores aguardam ansiosamente, mas que só deve ser realizada quando tivermos certeza de que os gatos já estão confortáveis com o cheiro um do outro.
Nesta etapa, o que esperamos é que os gatos se ignorem, ou seja, que não liguem um para o outro. Esse comportamento será um bom sinal. Caso contrário, se os felinos demonstrarem incômodo ou ficarem tensos, vigiando um ao outro, é provável que a introdução esteja ocorrendo muito cedo, e você deverá retornar à fase anterior.
Agora, vamos entender melhor como ocorre a fase visual:
Deixe que os gatos se vejam pela porta
Abra uma fresta na porta para que os gatos possam se ver, mas sem permitir que eles possam tocar-se ou colocar as patas fora do espaço — nem mesmo escapar.
Observe atentamente como eles reagem ao se verem. Se a reação for muito negativa, talvez seja cedo para avançar com o contato visual.
Durante esse contato, que pode ser realizado várias vezes ao longo do dia, por 15 a 20 minutos, sempre reforce positivamente ambos os gatos: ofereça petiscos, brinquedos e carinhos.
Lembre-se de que, durante este processo, ambos os gatos não devem ter a oportunidade de escapar. Se houver brigas, isso poderá ser extremamente negativo, causando traumas e dificultando muito mais o processo de adaptação.
Com a porta aberta, alimente os gatos ao mesmo tempo
Outra ideia é oferecer comida para os gatos ao mesmo tempo. Comer juntos não é um comportamento natural para eles, mas alguns gatos que já se sentem mais à vontade acabam fazendo isso de forma natural. Outros, por outro lado, podem fazer por necessidade, quando não têm escolha.
A intenção não é obrigar os felinos a comerem se olhando. Lembre-se de que queremos garantir uma experiência positiva durante toda a adaptação. Portanto, coloque os comedouros afastados e permita que os gatos escolham se querem ou não se alimentar enquanto observam o novo “irmão”.
Para muitos felinos, forçar essa interação pode ser extremamente ameaçador, gerando mais medo, insegurança e ansiedade.
Se eles se alimentarem tranquilamente enquanto se olham, você pode gradualmente abrir mais a porta a cada dia. Quando perceber que eles estão se ignorando, é hora de avançar para a próxima fase.

Terceira etapa: contato
Chegamos à tão esperada fase de contato, em que finalmente os gatinhos poderão ficar juntos, sem barreiras. Como em todas as etapas, é essencial estar atento aos comportamentos e garantir momentos positivos para ambos, sempre reforçando suas boas interações.
Aqui estão algumas dicas para ajudar nessa fase:
Brinque ao mesmo tempo com os gatos
Nesta etapa, os gatos poderão estar no mesmo cômodo, mas sempre sob sua supervisão. Se ambos estiverem relaxados, promova momentos positivos, oferecendo alimentos e brincadeiras.
Dedique de 15 a 20 minutos para essa interação. Lembre-se de que a brincadeira, para os gatos, costuma ser um momento solitário, e nem todos se sentirão à vontade para dividir um brinquedo ou uma caça.
Não esqueça da supervisão
Mesmo que tenha obtido sucesso até aqui, a supervisão continua sendo fundamental. Caso os gatos briguem, você poderá perder todo o esforço e progresso que fez até agora.
A ideia é que as interações entre os gatos durem de 15 a 20 minutos no começo e aumentem gradativamente, até que a supervisão não seja mais necessária.
Se houver um conflito, separe os gatos de forma tranquila, distraindo-os, sem brigar, para evitar aumentar os possíveis traumas. Fique atento a qualquer sinal de incômodo ou desconforto para separá-los imediatamente.

Em quanto tempo um gato se acostuma com outro gato?
Essa é uma pergunta comum entre os tutores, mas, infelizmente, não existe uma resposta definitiva. O tempo necessário para a adaptação de gatos varia de acordo com cada família, cada casa e, principalmente, as características individuais de cada gato.
Para garantir um processo seguro e eficaz, é importante investir, no mínimo, alguns meses na adaptação, sendo que o ideal é que esse período dure, em média, seis meses. Por isso, é fundamental respeitar o tempo e o temperamento de cada felino, para que todos possam viver com bem-estar e tranquilidade.
Vale destacar que gatos que não foram socializados ao longo da vida podem levar mais tempo para se adaptar a um novo felino. Por outro lado, a adaptação tende a ser mais fácil quando o novo gato é um filhote, já que os adultos geralmente toleram melhor a presença de filhotes.
O segredo para um processo mais rápido e bem-sucedido é avançar para a próxima fase apenas quando você tiver certeza de que a fase anterior foi bem concluída.
Outra dica importante é sempre garantir espaços onde os gatos possam ficar sozinhos, caso não queiram interação com o novo felino. Isso ajuda a evitar brigas e desgastes, proporcionando um ambiente mais harmonioso para todos.

O que fazer caso seus gatos estejam brigando muito
Quando gatos brigam, isso indica que a convivência entre eles não está saudável. Mesmo que, com o tempo, eles parem de brigar fisicamente, a violência pode continuar por meio de intimidações e bloqueios. Isso pode se manifestar, por exemplo, quando um gato impede o outro de usar a caixa de areia ou de acessar áreas importantes da casa, como o local de comida e água.
Se seus gatos estão brigando muito, isso pode ser um sinal de que o processo de adaptação não foi realizado corretamente. Nesse caso, talvez seja necessário voltar ao início e reavaliar a introdução dos felinos.
O que fazer para auxiliar no processo:
- Recomece o processo de adaptação
Se ainda não utilizou feromônios felinos sintéticos, como o FELIWAY, recomeçar a adaptação com seu uso pode ser uma excelente ideia. Esses produtos ajudam a acalmar os gatos, reduzindo o estresse e facilitando a convivência. - Garanta recursos suficientes no ambiente
Certifique-se de que o ambiente tenha recursos equivalentes ao número de gatos, como caixas de areia, comedouros, bebedouros, arranhadores e locais para se esconder e descansar. Isso evita disputas por territórios e recursos essenciais. - Considere a ajuda de um profissional
Se o problema persistir, é aconselhável procurar a orientação de um especialista em comportamento felino. O acompanhamento de um médico-veterinário ou etólogo é uma forma eficaz de adaptar o processo de acordo com a necessidade de cada gato e evitar erros. - Verifique se há algum problema de saúde
Se os gatos estavam se dando bem e o processo parecia ter sido bem-sucedido, mas as brigas começaram repentinamente, pode ser que um dos felinos esteja doente. Gatos enfermos se sentem vulneráveis e, por isso, podem agir de forma agressiva. Fique atento a possíveis sinais de problemas de saúde.
Nem sempre os gatos serão amigos
Dependendo da idade e das personalidades dos gatos envolvidos na adaptação, pode ser que eles nunca se tornem amigos, mesmo que o processo tenha sido realizado corretamente. No entanto, isso não é um problema. O objetivo é que os felinos convivam em harmonia e sem conflitos, certo?
Geralmente, a adaptação entre filhotes tem mais chances de resultar em uma amizade, enquanto entre adultos pode ser mais difícil. No entanto, o mais importante é que eles vivam com bem-estar, sem brigas ou agressões.

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Para garantir o sucesso no processo de adaptação, o uso de feromônios felinos sintéticos é, sem dúvida, uma excelente ajuda. O FELIWAY pode proporcionar mais bem-estar, tranquilidade e harmonia para sua casa e seus felinos.
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Cuide do seu pet com quem mais entende de amor e saúde!
Plano de saúde Petlove.
Se tem pet, tem que ter!




Posso dizer então, depois de ler, que tive muita sorte com os meus.. tenho 4 gatos *machos, e TDS se amam e são muito carinhosos.. a idade: Benjamim:1ano e 4 meses, Ragnar: 1 ano, Toffee: 8 meses, Sirius: 4 meses… Meus bbs são fofos demais… Bjs