Quatro cães de pequeno porte raros no Brasil

Graças à enorme variedade, não se sabe ao certo quantas raças de cães existem no Mundo inteiro. Para se ter uma ideia, a Organização Mundial Canina (FCI) reconhece, até o momento, quase 370 raças, mas esse número varia a cada ano. Em 2012, por exemplo, a organização reconhecia a existência de 339 linhagens, ou seja, foram consideradas 31 novas em oito anos, isso sem contar muitos exemplares híbridos que ainda não são reconhecidos como raça.

Por causa desta grande multidão de peludos, é bem improvável que você, Petlover assumido, conheça todas as raças de cães que existem por aí. Mas, calma, separamos quatro raças de pequeno porte raras aqui no Brasil, para você conhecer um pouco mais sobre essa imensa multidão canina, confira:

Silky Terrier Australiano

Criado na Austrália para ser um cão de companhia, o Silky Terrier Australiano é uma das raças mais raras aqui no Brasil, e caso seja visto nas ruas daqui, provavelmente será confundido com um Yorkshire Terrier, de quem descende e se parece muito. A diferença principal entre eles está na cor da pelagem – os Silkys têm um tom mais prateado em vez de preto.

Assim como a maioria dos Terriers, o Silky é um cãozinho bastante ativo. Mesmo sendo um cão de companhia, ele precisa de uma bela rotina de exercícios físicos para queimar toda a energia que a raça tem. Ele é muito fiel à família e faz de tudo para agradá-la.

Quatro cães pequenos raros no Brasil

Bichon Bolonhês

Esse é o típico cãozinho de colo que vive facilmente em apartamentos e precisa de pouca atividade física para se manter saudável. O Bichon Bolonhês é uma raça gentil, amistosa, inteligente e muito sociável. Bem educado, ele pode ser levado para qualquer lugar e se adapta facilmente à rotina da família.

Além de flexível, a raça se dá super bem com crianças e outros pets. Por ser muito ligado à família, o Bolonhês não curte a ideia de passar longos períodos sozinhos, portanto, a raça não é indicada para quem passa boa parte do dia longe de casa. Apesar de raro no País, a raça ganhou muita fama no século XX, após a atriz Marilyn Monroe, estrela de Hollywood e um dos símbolos femininos da época, ter adotado um exemplar.

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Affenpinscher

Criado na Alemanha, no século XVII, o Affenpinscher era utilizado como rateiro, isto é, para caçar ratos e outros roedores. Entretanto, com o passar do tempo, a raça acabou perdendo sua função principal justamente por se mostrar um ótimo cão de companhia. A tradução do nome da raça significa “Terrier com cara de macaco”.

Affenpinschers são bastante inteligentes e fáceis de educar, mas podem ser teimosos em algumas situações. Eles não curtem a ideia de um treinamento repetitivo e sem propósito e certamente demonstrarão insatisfeitos com situações do tipo. Apesar do tamanho, cachorros da raça se destacam como bons cães de guarda, já que são valentes e estão sempre em alerta.

Border Terrier

O Border Terrier é um cão pequeno, com um olhar alerta, uma poderosa habilidade para caçar e cavar e com um típico nível elevado de energia de um Terrier. Ele é inteligente, leal, destemido, amoroso e determinado. O desejo inerente de perseguir “presas” é uma das principais características do temperamento da raça, seja um gato ou um carro em movimento.

Essa é uma raça pouco indicada para pais de primeira viagem, isto é, que nunca tiveram um cãozinho dentro de casa. Isso porque o Border é um cão muito travesso, com um temperamento forte e independente. Ainda assim ele é um cachorro especial que adora brincar e ficar ao lado da família.

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Sobre o autor

Gabriel Arruda

Gabriel Arruda

É estudante de Jornalismo, apaixonado por animais e esportes. Está sempre em busca de novos desafios, justamente pela curiosidade que o toma conta. Pai de um Beagle chamado Johnny, mais conhecido como "o Destruidor".

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