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Coelho Rex

O coelho Rex teve origem na França em 1919 e foi resultado de uma mutação genética em coelhos mestiços, responsável por ninhadas com pelagem muito curta, pelos do mesmo tamanho e com inserção perpendicular à pele, conferindo uma textura felpuda e macia, semelhante ao veludo. A primeira coloração da pelagem foi a castor, que recebeu esse nome devido à semelhança com a pelagem do mamífero castor, por esse motivo a raça era chamada antigamente de Castor Rex. Com o melhoramento da raça com o passar dos anos, o nome Castor Rex deixou de ser utilizado. Apesar de inicialmente ter sido utilizada principalmente na indústria de pele, a raça conquistou muitos fãs em todo o mundo devido ao seu temperamento dócil e pelagem aveludada e hoje participa de diversas exposições e é adquirida como animal de companhia. Os coelhos Rex apresentam corpo cilíndrico e proporcional. A cabeça dos machos é maior e com perfil mais arredondado e o das fêmeas mais afilado. As orelhas medem em torno de 13cm de comprimento e são inseridas em formato de “V”, com as extremidades levemente pontiagudas. E os olhos apresentam tons mais escuros do que a pelagem. Além da raça Rex, existe também o Mini Rex.
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Pelagem
A pelagem é extra-curta, densa, macia e brilhante, apresentando aspecto aveludado/ acetinado. Os pelos devem medir menos de 1,3cm de comprimento. Atualmente, são aceitas pela American Rabbit Breeders Association (ARA) 16 variedades de coloração, tais como castor (cor da pelagem semelhante a do Castor), chinchila (cor da pelagem semelhante a da Chinchila), branco, chocolate, broken (cores aceitas pela raça com branco - bicolor - ou branco em conjunto com duas cores - tricolor), lilás (“diluição” da cor chocolate), vermelho, azul ( “diluição” da cor preta), entre outras.
Os coelhos Rex são menos resistentes às doenças em geral se comparados a outras raças, portanto, é fundamental o acompanhamento com um(a) médico(a) veterinário(a) especializado em pets não convencionais (silvestres e exóticos). Além disso, devido à pouca camada de pelo na sola das patas e à ausência de coxins (“almofadinhas”) - normal nos lagomorfos -, os coelhos Rex são mais susceptíveis a lesões, processos inflamatórios e infecciosos nas patas e jarretes (parte de trás da perna que encosta no chão quando o animal senta), conhecidas de pododermatites. Dessa maneira, é importante que o(a) tutor(a) faça uma inspeção regular das patas do seu pet em busca de qualquer lesão para que seja tratada precocemente, evitando possíveis complicações.
Amigáveis e carinhosos, gostam de receber atenção e carinho.
São inteligentes, mas é preciso persistência, paciência e tempo para treiná-los. Treinar um coelhos não é a mesma coisa que treinar um cão, mas é totalmente possível.
Vivem em torno de seis a oito anos, média dos coelhos em geral. A longevidades dos coelhos tem relação direta com o bem-estar e a qualidade de vida fornecida pelo(a) tutor(a).
Sua pelagem curta não exige cuidados muito intensos, uma escovação por semana já é o suficiente para retirar os pelos soltos, as sujidades e mantê-la brilhante e saudável. Nas épocas de troca de pelo, o ideal é aumentar a frequência semanal de escovação. Os demais cuidados são os mesmos recomendados para todo coelho. Além de pesquisas sobre a espécie e suas particularidades em fontes seguras (ex.:livros, artigos, criadores, sites etc) o ideal ao adquirir um coelho como animal de estimação é realizar uma consulta de orientação com um(a) médico veterinário(a) especialista em pets não convencionais (silvestres e exóticos) para obter informações de como criá-lo de forma adequada para atender todas as suas necessidades e fornecer uma boa qualidade de vida.
A palavra “Rex” tem origem no latim, que significa “Rei”, e foi usada como nome para a raça devido sua pelagem única e graciosa. Apresentam alta mortalidade de recém-nascidos. As fêmeas produzem uma quantidade de pelo relativamente pequena para fazer o ninho e acomodar os filhotes (láparos). A criação de coelhos é legalizada no Brasil, sendo possível encontrar criadores em diversas regiões do País.