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Welsh Terrier

O entusiasmo do Welsh Terrier pela vida é contagioso, e ele sempre se diverte ao máximo, independente do local ou da situação. Criado para caçar de forma independente, com toda autodeterminação e inteligência que isso implica, a raça raramente se cansa e quer passar seus dias se divertindo. Embora a história do Welsh não esteja completamente clara, é possível verificar, através de pinturas e gravuras, que a raça é bastante antiga e pode ter sido um dos primeiros Terriers. Embora associado ao País de Gales, ele viveu em muitas partes da Inglaterra durante o século XIX. Ele era comumente usado para caçar raposas, lontras e texugos, e se destacava na erradicação de vermes.

Características do seu Welsh Terrier

Energia
Obediência
Inteligência
Territorialista
Apego ao dono
Tendência a latir
Amizade com crianças
Amizade com outros animais
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Perfil pet
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Pelagem
A raça possui duas pelagens que servem para impermeabilizá-lo; o Welsh Terrier tem um pelo externo duro e um subpelo macio e curto. Felizmente, a raça não exige tantos cuidados referente aos pelos. Eles devem ser escovados pelo menos uma vez por semana, embora seja francamente melhor escová-los todos os dias, pois costuma soltar muitos pelos mortos. A linhagem possui apenas um padrão de cor: marrom e preto.
Os Welsh Terriers no geral são saudáveis, mas, como todas as raças, são propensos a certas condições de saúde. Lembrando que nem todos os exemplares terão uma ou todas essas doenças, mas é importante estar ciente delas caso esteja considerando adotar um cão da linhagem. Alergias: são comuns em todos os cães, e o Welsh não é exceção. Existem três tipos principais de alergias: alimentares, que são tratadas pela eliminação de certas comidas da dieta do cão; de contato, causadas por uma reação a uma substância tópica, como roupas de cama, pós de pulga shampoos e outros produtos químicos; e inalantes, causadas por alérgenos no ar, como pólen, poeira e mofo. Epilepsia: esse distúrbio causa convulsões leves ou graves. Pode ser hereditária ou desencadeada por eventos como distúrbios metabólicos, doenças infecciosas, tumores, exposição a venenos ou ferimentos graves na cabeça. Hipotireoidismo: é um nível anormalmente baixo do hormônio produzido pela glândula tireóide. Existem alguns sinais óbvios da doença que os pais podem notar, como obesidade, embotamento mental, queda das pálpebras, baixos níveis de energia e ciclos de calor irregulares. Glaucoma: é uma doença dolorosa na qual a pressão ocular é anormalmente alta devido à drenagem inadequada de fluidos oculares normais. Isso causa danos ao nervo óptico, resultando em perda de visão e cegueira.
O Welsh Terrier é um cão alegre e inteligente que adora se divertir e é sempre carinhoso. Ele é energético e tem uma natureza brincalhona. Leal e dedicado à família, o Welsh não costuma ser tão temperamental assim como os outros Terriers. Sua disposição amorosa e disposição fazem dele um excelente cão de companhia familiar, ótimo para lares com crianças.
A raça pode ser independente, o que pode levar a algumas dificuldades de treinamento, especialmente com pais inexperientes. Mas isso geralmente é compensado pelo que a maioria das pessoas ama no Welsh Terrier: o entusiasmo feliz e divertido pela vida que a raça costuma ter. O Welsh é um independente, não propenso à ansiedade de separação. Ele precisará de brinquedos e atividades para mantê-lo entretido, pois um Welsh Terrier entediado pode tornar-se destrutivo. Treinar um Welsh Terrier pode ser um estudo sobre quem é mais determinado, o treinador que está tentando fazer o Terrier ouvir ou o cão entediado que está ignorando-o. Ele é conhecido por ter uma mente própria e ele não é a mais obediente das raças. O Welsh não é um Golden Retriever, ele costuma testar os limites, por isso, é recomendado treiná-los com reforço positivo e consistência. Correções severas podem impedir qualquer chance de chegar até ele.
Sua expectativa de vida varia entre 10 e 14 anos.
Um Welsh Terrier pode viver em um apartamento, mas os pais devem seguir à risca uma rotina pesada de atividades físicas. Mas ainda sim, o ideal é uma casa com um quintal e um cercado, para que gaste boa parte da alta energia disponível sozinho. Geralmente, um Welsh precisa de no mínimo 30 a 60 minutos de exercícios diários, envolvendo brincadeiras no quintal ou longas caminhadas ou corridas, pois deixá-lo no quintal sozinho não será o suficiente.
A raça era comumente mostrada e categorizada como um Old English Terrier, uma categoria na qual muitas raças de Terrier foram classificadas. Entretanto, os cães da raça foram classificados como Welsh pelo Kennel Club da Inglaterra, em 1885.